2013-11-01
Presidente do STJ reafirma papel dos Tribunais
Etiquetas: crise da justiça, crise económica, independência do poder judicial, independência dos tribunais, Poder Judicial, reforma da justiça, Supremo Tribunal de Justiça, tribunais
2012-11-07
Indicadores objetivos não justificam imagem tão negativa dos tribunais
«(...)
Permito-me salientar duas ideias deste UE. Em primeiro lugar, ele veio confirmar uma profunda insatisfação com o funcionamento da justiça portuguesa, na vertente particular da justiça económica As empresas consideram que os dois maiores obstáculos à sua actividade são: em primeiro lugar, a crise económica e, em segundo lugar, a lentidão das decisões dos tribunais.
A segunda ideia que gostaria de destacar deste inquérito é uma novidade surpreendente: se existe um descontentamento generalizado e difuso sobre o funcionamento da justiça ele é menor nos casos das empresas que tiveram de lidar com casos concretos na justiça.
Ou seja, a degradação da Imagem da Justiça já foi longe de mais, os indicadores objectivos da justiça não justificam que haja uma percepção tão negativa da justiça, pelo menos na sua componente de justiça económica. (...)»
Etiquetas: crise da justiça, crise económica, imagem da justiça
2012-07-17
400 milhões de euros de dívidas incobráveis
Etiquetas: crise económica, crise financeira, desemprego, economia portuguesa
2012-07-03
Falências e insolvências em número crescente
Etiquetas: crise económica, falências, insolvências
2012-06-03
União Europeia: apresentação de projeto de reformas estruturais e de união económica, financeira, orçamental e política
Etiquetas: Bruxelas, crise económica, crise financeira, Durão Barroso, economia europeia, reforma das instituições comunitárias, União Europeia
2011-12-15
Taxa elevada de desemprego a longo prazo
"No anexo do relatório do Orçamento do Estado para 2012 (OE2012) dedicado à sustentabilidade da Segurança Social, pode ler-se que o Governo prevê "a manutenção de valores acima dos 10% até 2025" para a taxa de desemprego. Adicionalmente, o documento contempla "uma taxa de desemprego estrutural na ordem dos 7,3%" e, "consequentemente", uma "significativa desaceleração no nível do crescimento dos salários".
Esta previsão macroeconómica e social deverá exigir dos agentes políticos e da sociedade civil uma profunda reflexão, na medida em que evidencia uma crise estrutural da economia portuguesa, com consequências muito gravosas na coesão social e económica da população.
Certamente que o Ministério da Economia e do Emprego terá em estudo diversos planos para o aumento do produto interno bruto e da empregabilidade dos portugueses.
Chegou a altura que fazer as opções de política económica e torná-las públicas, de modo a incutir esperança na sociedade civil. Esta, por seu turno, também deverá organizar-se e desenvolver soluções no âmbito da iniciativa privada, de modo a fazer face, de um modo mais eficiente, às exigências do mercado.
Uma sociedade organizada, a funcionar, terá mais hipóteses de sucesso.
Etiquetas: crise económica, desempreço, desemprego de longa duração
2011-12-14
Algarve: para lembrar os efeitos da crise económica

"Em termos mensais, o número de desempregados inscritos nos centros de emprego em Novembro subiu 2,9%.
De acordo com os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) a que a Lusa teve acesso, os 583.420 desempregados inscritos representavam 84,6% dos 689.844 pedidos de emprego nesse mês, o que representa uma subida de 36.494 desempregados face a Novembro do ano passado e mais 16.170 de Outubro para Novembro deste ano.
O aumento do desemprego afectou mais os homens que as mulheres, comparando com Novembro do ano passado (aumentos de 9,9% e 3,9%, respectivamente), e mais os jovens que os adultos (subidas de 10,5% e 6,1%, respectivamente).
Olhando para os números do IEFP, constata-se que 61,1% dos inscritos nos centros de emprego no mês passado andam à procura de um emprego há menos de um ano, enquanto quase 40% não têm trabalho há mais de 12 meses. Este grupo, aliás, não aumentou, tendo-se verificado uma subida apenas na situação de curta duração, com um incremento de 12,2% face ao período homólogo do ano passado.
Por outro lado, constata-se que é nos níveis de escolaridade mais elevados (secundário e superior) que o desemprego mais aumentou, com subidas de 16,2% e 21,4%, respectivamente). (...)"
Fonte: Diário Económico
Etiquetas: Algarve, crise económica, desemprego, desemprego de longa duração, distrito de Faro
2011-03-17
A crise económica e financeira e o gesto do penúltimo Rei de Portugal
A crise financeira portuguesa já teve manifestações graves no passado, determinando a adopção de medidas de austeridade.
A propósito, recorda-se um escrito do Rei D. Carlos I ao Presidente do Conselho de Ministros, o Professor Doutor José Eugénio Dias Ferreira:

Enquanto os actores políticos gastam o seu tempo a obter e contar o dinheiro para pagar as "próximas prestações" da dívida externa, aparentemente, não se concentram na resolução dos problemas essenciais que condicionam o progresso nacional.
Etiquetas: crise económica, D. Carlos I, José Eugénio Dias Ferreira
2010-09-23
Dívida pública: Portugal paga os juros mais elevados na zona euro

Etiquetas: crise económica, crise financeira, dívida pública, economia portuguesa
Construção civil e obras públicas no distrito de Faro em forte recessão
Algarve é a região mais penalizada na crise da construção civil 
"(...) Por sua vez os dados divulgados pela Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS) esta semana referem que no Algarve o licenciamento de novos fogos habitacionais recuou, em termos homólogos, 30% no primeiro semestre do ano, relativamente a 2009 (-9% em termos nacionais, no mesmo período).
Neste sector, os sinais de crise são dos mais profundos, registando-se uma queda de 56%, em termos homólogos, no valor das adjudicações de concurso públicos, até ao fim de Agosto.
A análise regional de conjuntura da AECOPS salienta: “as diminuições homólogas verificadas, sobretudo em Lisboa (64 por cento) e Algarve (56 por cento), em valor e em número dos concursos adjudicados, revelam bem a desaceleração da produção de obras públicas no país”.
É ainda no Algarve que o número de desempregados da construção mais cresceu, (+ 40,3%) e onde as ofertas de emprego no sector mais diminuíram (- 23%), "confirmando a grave crise que aí se vive", acentua a associação.
No que concerne às opiniões expressas pelos empresários, através do Inquérito Mensal à Actividade FEPICOP/UE, são de salientar as opiniões muito desfavoráveis relativas ao ritmo de actividade global das empresas (saldo médio acumulado de menos 34%, até Agosto) e é, mais uma vez, na região algarvia que a situação é mais grave, com o saldo das opiniões a situar-se nos -77%, nos meses já decorridos de 2010. (...)"
Fonte: Observatório do Algarve
Etiquetas: crise económica, desemprego, desemprego de longa duração, economia portuguesa, Faro, obras de construção civil, obras públicas
2010-09-14
Cobrança fiscal afectada pela crise económica

O Fisco deixou prescrever quase 100 mil processos fiscais, em 2009. Ao contrário do que tinha sido inicialmente reportado na Conta Geral do Estado de 2009, o Governo divulgou ontem uma errata que corrige o número de 3.895 processos para 25 vezes mais - 98.512.
Ainda assim, este valor representa mesmo uma quebra face ao registado em 2008, que ascendeu a 1,3 mil milhões de euros. Esta tendência (...) resulta de uma acção de saneamento das bases de dados do Fisco, mas também de outros factores, como a inexistência de bens ou rendimentos por parte dos devedores, que possibilitem a cobrança ou penhora dos montantes.
Etiquetas: combate à evasão e fraude fiscal, crise económica, finanças públicas, Prescrição
2010-01-26
Portugal: o império do realismo de Clarke
«Leis mal feitas custam 7,5 milhões ao país
Legislação, diplomas com ralhas, erros gramaticais e remissões para normas inexistentes. Cavaco Silva e Pinto Monteiro criticam falta de qualidade das leis. Uma jurista do Governo fez contas e o valor dos custos impressiona
Todos falam da má qualidade legislativa, do Presidente da República aos penalistas mais conceituados, mas ninguém sabe ao certo que prejuízo causa ao Estado.
Uma jurista do Governo disse, há um ano, que a conta é de €7,5 mil milhões.
E há especialistas que acham pouco.».
Comentário:
Os países desenvolvidos caracterizam-se, também, pela circunstância de beneficiarem de segurança no comércio jurídico, de clareza de regras, de satisfação das legítimas expectativas dos seus cidadãos.
Em Portugal, alguns dos factores principais (internos) que explicam a actual crise económica e social estão relacionados com a fraca qualidade da actividade legislativa.
Más leis - quer de direito substantivo, como processual - produzem uma defesa desadequada dos legítimos interesses dos cidadãos e dos agentes económicos, constituindo um factor de desregulação da vida em sociedade.
Créditos insatisfeitos, insolvências fraudulentas, criminalidade violenta, corrupção, desemprego de longa duração, aumento da litigância, são apenas algumas expressões concretas das consequências do fenómeno.
Os custos da falta de qualidade das leis portuguesas serão bem superiores aos € 7,5 mil milhões.
Aparentemente indiferentes ao fenómeno e apesar de revelarem consciência do problema, os parlamentares e governantes prosseguem a sua actividade, preocupando-se mais em dissolver a espuma da poluição legislativa, em vez de combaterem a própria poluição.
[ao expressar que Murhpy (da lei de Murphy) era um... optimista].
Etiquetas: Clarke, crise da justiça, crise económica, democracia portuguesa, Estado de Direito Democrático, Parlamento, política, Portugal
2009-11-27
The Economist: Espanha em profunda crise económica

«A Espanha chegou à recessão numa posição debilitada. Enquanto os outros vão recuperar lentamente, o país vai precisar de mais tempo e cuidados. Até os mais optimistas atrasam as expectativas de uma recuperação total até 2011», afirma a análise da publicação económica.
De acordo com a revista, a evidência mais clara da crise é a taxa de desemprego em Espanha, que alcançou os 19 por cento, a segunda mais elevada da União Europeia (UE), depois da Letónia.
O artigo considera ainda que existe uma «aversão ao pessimismo» por parte do presidente do Governo espanhol, José Luís Rodriguéz Zapatero, que «negou admitir os problemas que a Espanha enfrentava», perdendo assim a sua credibilidade. (...)»
Fonte: TSF
Etiquetas: crise económica, Espanha
2009-02-01
Economia: mercados emergentes a salvo da crise global

Uma economia emergente é normalmente a primeira a ressentir-se, em consequência da diminuição do fluxo internacional de capitais.
Contudo, segundo as estimativas do Institute for International Finance, as economias emergentes vão atrair 165 biliões de dólares em 2009.
Contrariamente ao expectável, não sucedeu nesses mercados qualquer colapso económico (nem sequer na América Latina, mercado normalmente algo dependente dos capitais estrangeiros).
Basta ver os casos do Brasil (9ª maior economia do mundo, segundo o F.M.I.) e da Índia (12ª maior economia): enquanto os chamados países mais desenvolvidos esperam uma diminuição da sua economia em 2%, o F.M.I. calcula que a economia brasileira vai crescer 2% e a indiana cerca de 5%.
Porquê?
A resposta poderá ser encontrada, designadamente, na estabilidade dos bancos brasileiros e indianos, no carácter relativamente fechado das suas economias e na existência de mercados internos de grande dimensão.
Fonte: Financial Times
Etiquetas: Brasil, crise económica, Economia, Índia, mercados emergentes
2008-12-31
Surpresa do ano:
2008-10-12
Crise financeira e económica: prenúncio de mais crise social?

Etiquetas: crise económica, crise financeira, política criminal, reforma da justiça, reinserção social






