2011-08-22

 

México: Jornadas de "automatização dos processos judiciais"



Nos dias 22 e 23 de Agosto de 2011 terão lugar na Universidade do México as «Jornadas de Automatização dos Processos Judiciais».

Este evento poderá ser visto e escutado em directo ou diferido:


Para ver este evento em tempo real, clique aqui.

Para assistir às jornadas em diferido, clique aqui

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2011-07-03

 

Sistema informático da Justiça atrasa processos e é inseguro


«Com o actual sistema informático, os juízes gastam “mais 114 por cento” de tempo do que gastavam anteriormente a trabalhar nos mesmos processos.

A informática tem de servir para facilitar e não para complicar”, argumentou António Martins, sublinhando que “há muito tempo que os juízes alertam” para a resolução deste problema, mas até à data nada foi feito. (...)»

Fonte: SOL


Comentário:

A falta de segurança e de eficiência do sistema informático da Justiça e a forma da sua correcção foram devidamente explicados no VII Encontro Anual do Conselho Superior da Magistratura - e, no mesmo evento, assumidos pelo ITIJ -, conforme decorre das intervenções a seguir identificadas (fonte: CSM):


Jorge Langweg, Juiz de Direito

Tribunal XXI - powerpoint em PDF -


Carlos Pinto de Abreu, Advogado

A informática na audiência de julgamento


Alexandre Caldas, Presidente do CEGER (Centro de Gestão da Rede Informática do Governo)

Segurança de documentos na governação electrónica - powerpoint em PDF-


Joel Timóteo Ramos Pereira, Juiz de Direito
O papel do CSM


Diogo Ravara, Juiz de Direito

Adequação, flexibilidade e ergonomia cognitiva - powerpoint em PDF -


Torres Sobral, Vice-Almirante, Director-Geral da Autoridade Nacional de Segurança

Tópicos sobre cibersegurança - powerpoint em PDF-


José Tribolet, Professor, (Instituto Superior Técnico)

Informação classificada nos sistemas informáticos da Justiça - powerpoint em PDF -

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2011-06-01

 

QREN financia renovação de equipamentos informáticos da Justiça


Dois "projectos estratégicos" para a modernização tecnológica do sistema judicial, quanto à renovação de equipamentos e da plataforma tecnológica de base, foram aprovados para financiamento pelo QREN, anunciou esta segunda-feira o Ministério da Justiça.

Esse investimento visa, designadamente:

a) a renovação do DataCenter do Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça (ITIJ), no valor de um milhão de euros;

b) a aquisição de 'scanners', no valor de dois milhões de euros e que servirão de base para a desmaterialização dos processos e inquéritos nos tribunais, servindo simultaneamente como base para tecnologia que permitirá baixar a despesa no envio e impressão de fax recebidos;

c) a aquisição de equipamento informático no valor de 10 milhões de euros para "renovar todo o parque informático dos tribunais, nomeadamente dos seus utilizadores, magistrados judiciais, Ministério Público e oficiais de justiça, criando condições de trabalho para a modernização e desmaterialização".

Está ainda previsto investimento no sistema de vídeoconferência, aparelhos de gravação e cabines de tradução simultânea, segundo também o Ministério da Justiça.


Fonte: Jornal de Notícias

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2010-05-25

 

Novidades na Justiça: avança a reorganização judiciária, com mais custos


O Secretário de Estado da Justiça, Dr. João Correia, afirmou hoje na reunião ordinária da I Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na Assembleia da República, que a reorganização judiciária irá prosseguir, prevendo-se a definição do projecto legislativo de criação e instalação das novas Comarcas até Julho de 2010 ou, o mais tardar, até ao fim do ano civil.

Mais acrescentou que os erros detectados na instalação das Comarcas-piloto deverão ser evitados, porque tenciona visitar as futuras Comarcas e recolher a opinião prévia dos juízes, magistrados, advogados e oficiais de justiça sobre o projecto de instalação de cada uma das novas Comarcas.

Finalmente, esclareceu que as circunscrições territoriais mais aptas a permitir a instalação imediata das novas Comarcas (nas "NUTS") serão as regiões autónomas, as comarcas do Algarve e algumas comarcas do interior.




Sobre a informatização judiciária:


O Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Magalhães, afirmou na mesma reunião que o contrato referente ao Citius-Plus se encontra no Tribunal de Contas, prevendo uma mudança da linguagem de programação do código-fonte do Citius (de Basic 6.0 para .NET) (*), de forma a torná-lo "mais robusto".

Mais informou que deixará de existir uma dualidade de competências (DGAJ/ITIJ) sobre as tecnologias de informação / estruturas de comunicação / Citius-Plus, que transitarão, por Decreto-Lei, para o ITIJ.

Sobre as críticas e propostas do Conselho Superior da Magistratura, relativas ao Citius, afirmou, nomeadamente, o seguinte:

1º Não se irá tornar o uso do Citius facultativo para os juízes, para não prejudicar o desenvolvimento dos esforços de desmaterialização processual e não perder a mais-valia da segurança emergente da assinatura
electrónica qualificada ou avançada dos despachos judiciais;

2º No entanto, defende a criação de uma portaria que permita aos juízes definir, em relação a cada processo, quais as peças processuais que deverão ser impressas e juntas aos autos;


3º Não é possível autonomizar o sistema de gravação do Citius, nesta fase (antes do Citius-Plus), porque tal poderia gerar a perda de todas as gravações das audiências, tendo em conta as implicações de tal alteração no código-fonte do programa;

Fonte: visionamento da transmissão efectuada, há minutos, pela ARtv (Canal Parlamento)


(*) A mudança da linguagem de programação de Basic 6.0 para .NET significa, em termos simples, uma actualização da linguagem de programação para uma versão mais recente (pois a versão .NET também é Basic, produzida pela mesma empresa) que permite, por exemplo, introduzir controlos ActiveX, sendo uma linguagem totalmente orientada a objectos.




Comentário:


1. Os Senhores Deputados não tiveram acesso prévio ao relatório elaborado pelo Ministério da Justiça, que condensou todos os relatórios de avaliação das Comarcas-piloto (a meu ver, a discussão respeitante à reorganização judiciária, em sede de Comissão Parlamentar, deveria pressupor o conhecimento rigoroso da realidade por parte dos seus membros);


2º Não foram reveladas metodologias, critérios ou técnicas adequadas a evitar a repetição dos erros verificados na instalação das comarcas-piloto (que também não foram identificados na reunião parlamentar);


Numa conjuntura de P.E.C. e de incumprimentos financeiros do Ministério da Justiça, não se percebe como pode ser defendido o gasto multi-milionário implícito na instalação de novas Comarcas, cujo modelo organizacional ainda não deu provas de eficácia acrescida - antes pelo contrário -;


4º A futura Comarca do Sotavento Algarvio encontra-se dependente, em termos de instalação física, da construção do «Campus de Justiça» de Faro - cuja conclusão estava prevista para 2012, mas ainda não se encontra, sequer, contratualizada -;


5º Quanto ao Citius-Plus, ainda não foi concretizado o novo modelo de concepção e gestão do sistema, nem as melhorias concretas a introduzir no sistema, de forma a poderem ser percepcionadas as suas implicações positivas - além da referência à actualização do código de programação para uma versão mais recente do mesmo, que é tão louvável como necessária -;


6º Não foi referido se o novo Citius-Plus irá ser sujeito a certificação, de acordo com as normas técnicas internacionais (ISO) em vigor - factor essencial para assegurar a segurança e a credibilização do sistema -;

7º Não foi efectuada qualquer referência a alguma mudança de paradigma dos sistemas processuais, colhendo os benefícios da informatização transversal, além da desmaterialização processual;

8º Continua a ignorar-se, aparentemente, toda a potencialidade da informática para a implementação legislativa e técnico-funcional de um sistema processual mais rápido e seguro, com um aumento da simplificação dos actos judiciais e um reforço da oralidade em detrimento da forma escrita das decisões judiciais.



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2010-05-03

 

Diário da República (Selecção do dia)



Despacho n.º 7703/2010. D.R. n.º 85, Série II de 2010-05-03
Ministério da Justiça - Gabinete do Ministro

Determina que o IGFIJ, a DGAJ e ITIJ desenvolvam uma aplicação informática simples sobre o processo de liquidação-cobrança e registo das receitas próprias dos tribunais.


Aviso n.º 8693/2010. D.R. n.º 85, Série II de 2010-05-03
Ministério da Justiça - Polícia Judiciária - Direcção Nacional

Procedimento concursal externo de ingresso para admissão de 100 candidatos ao curso de formação de inspectores estagiários da Polícia Judiciária.

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2009-02-23

 

«Citius» continua a gerar controvérsias:


como decorre desta denúncia pública da ASJP e da resposta do Ministério da Justiça.
Fonte: TSF

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2008-10-13

 

Segurança dos dados informáticos e segredo de justiça


Em questão nesta notícia.

A questão da segurança dos dados informáticos deve ser especialmente estudada, prevenida e assegurada...
... com cuidados redobrados n
os casos em que as pessoas com interesse na quebra do segredo de justiça têm poder para obter a informação com o uso de meios ilícitos.

Para isso, existem vários graus de segurança informática que podem ser implementados.

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2008-09-19

 

Habilus: de lege ferenda

Para respeitar os limites legais, considerar os diversos aspectos tecnológicos e permitir a necessária operacionalidade, respeitando os interesses a salvaguardar, a lei que dará corpo ao Regulamento do «Habilus» e do «Citius» deverá merecer ampla análise e discussão, nomeadamente, dos utilizadores do sistema.


Aguarda-se que seja tornado público o anunciado projecto de proposta de Lei, a submeter pelo Governo à Assembleia da República, sobre a partilha de informação e protecção de dados no sistema de justiça.

A regulação destas matérias exige sólidos conhecimentos técnico-jurídicos e informáticos.

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2008-04-07

 

«Citius» em todos os tribunais de primeira instância


Segundo noticiado pela RTP, citando a agência Lusa, o programa informático "CITIUS" entra hoje em funcionamento em todos os tribunais de primeira instância, permitindo a entrega de peças processuais cíveis e de trabalho por via electrónica, através do site Citius".

Cerca de 560 mil processos ficarão, a partir de agora, abrangidos pelo "Citius", uma plataforma tecnológica que permite a circulação electrónica dos processos e a redução das taxas de Justiça.


Fonte: RTP/Lusa


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2008-04-02

 

Tecnologias da Informação na Justiça (III)


Segundo noticiado pelo Diário de Notícias, «Apesar das críticas feitas pelo procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, o ministro da Justiça não cede e avança com o sistema Citius - reforma informática na Justiça - não só para os tribunais mas também para o Ministério Público (MP).»

(...)

«O ministro da Justiça, Alberto Costa, pretende ainda que a gestão do sistema informático do órgão liderado por Pinto Monteiro seja feita pelos serviços do ministério - o que poderá pôr em causa o princípio de autonomia do Ministério Público, na óptica do PGR. »


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2008-02-16

 

Tribunais: servidores em perigo


Segundo noticiado na edição de hoje do semanário «Sol», A segurança dos servidores informáticos do Ministério da Justiça não está garantida, existindo o perigo de os arquivos dos Tribunais e dos registos civil, predial e comercial se perderem.

Notícia completa aqui.

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2007-10-16

 

Tribunal sem internet... há duas semanas




O Tribunal Judicial da Comarca de Vila Real de Santo António encontra-se sem ligação à internet há cerca de duas semanas.



Numa época em que uma parte significativa dos articulados e requerimentos entra nos tribunais através da internet, a situação acima descrita torna-se insustentável.
Muitos processos ficam parados, sem tramitação possível, porque não se sabe se entrou algum requerimento ou articulado que possa influir na marcha processual.

Apesar de alertada para a situação, a entidade responsável, tutelada pelo Ministério da Justiça, limitou-se a formular promessas que não cumpriu.

Lança-se este alerta público, na esperança que o problema seja resolvido com a eficácia e urgência que a situação exige.


Espera-se, ainda, que a resolução do problema não passe por
outro insólito pedido de socorro, em inglês, na página da internet do Instituto das Tecnologias da Informação na Justiça (http://www.itij.mj.pt), como sucedeu no passado dia 1 de Julho: “O ITIJ e o Ministério Português da Justiça, desejando contribuir para a comunidade ‘open source’ e para a melhoria do Firefox, pagarão um prémio de 1000 euros a quem contribuir para resolver um erro o 386871” - conforme noticiado aqui -. O pedido suscita uma série de inquietações...

Tais inquietações são reforçadas por situações como aquela que sucede actualmente no Tribunal Judicial da Comarca de Vila Real de Santo António.


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2007-07-13

 

A Dependência dos Tribunais


Segundo noticiado pelo jornal digital «Portugal Diário» aqui, «O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga encontra-se sem sistema informático desde há 15 dias, encontrando-se paralisada, quase por completo, a sua actividade, disse hoje à Lusa fonte judicial.

A fonte sublinhou que é a segunda vez que tal acontece, depois de o Tribunal ter estado parado mais de um mês em Abril e Maio.

(...) a ausência do sistema obrigou ao cancelamento da maior parte dos actos judiciais, porque impede juízes e funcionários de terem acesso aos processos.

«Os técnicos informáticos estiveram aqui terça-feira, mas ainda não há uma data para a resolução do problema», adiantou a fonte.

A quase paralisação do Tribunal está a causar preocupação nos meios empresariais da cidade, que se queixam dos atrasos suplementares dos processos que ali correm termos.»



Comentário:


Os tribunais dependem de forma cada vez mais intensiva e extensiva dos sistemas informáticos.

2º É inaceitável que a paralisação de um sistema informático - vital para o funcionamento de um tribunal - persista, sem que haja um sistema de redundância e esteja disponível um sistema informático secundário, de reserva, que possa ser posto a funcionar em segundos, minutos, horas, ou mesmo um dia, consoante o grau de exigência.

3º É inaceitável que não haja pessoas responsáveis (e responsabilizáveis) pela segurança do sistema informático instalado nos tribunais;

4º Enquanto essas questões não estiverem resolvidas, a infodependência crescente dos tribunais continuará a deteriorar, notoriamente, a independência, operacionalidade e imagem destes, por força dos problemas cada vez mais graves causados por erros de terceiros, que nem trabalham nos... tribunais.



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2007-05-14

 

Redundâncias...

«Tribunal Administrativo continua sem sistema informático

Ainda não está resolvida a avaria informática que há mais de um mês mantém quase paralisado o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga. O secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira, garantiu à TSF, na passada sexta-feira, que todos os problemas estavam resolvidos.


Esta tarde, a TSF esteve no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga tentando perceber se os computadores já estão a funcionar de novo a cem por cento e verificou que o tribunal continua praticamente parado: há mais de dois mil processos bloqueados.


Há cinco semanas que sistema bloqueia, e que o servidor dá problemas, apesar de já ter sido resolvido. Na última quinta-feira, o Instituto das Tecnologias da Informação da Justiça tentou resolver o problema, sem resultados práticos porque os problemas persistem.

Em consequência disso, há perto de dois mil processos parados no tribunal, papéis amontoados pelo chão do tribunal, e documentos que se avolumam devido à suspensão de processos como a emissão de providências cautelares.»

Fonte da notícia:TSF

Comentário:

Numa altura em que o Ministério da Justiça está a intensificar e a aprofundar os esforços de informatização dos Tribunais, tornando a Justiça cada vez mais dependente das novas tecnologias, deverá ser apurada - e divulgada -, devidamente, a origem do crash do sistema informático do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, de modo a prevenir futuros episódios semelhantes e restaurar a confiança perdida na competência tecnológica dos actuais responsáveis por este sector.




Nenhum problema informático grave deve poder subsistir - sequer - cinco horas num Tribunal (e muito menos, cinco semanas).

Aliás, seria exigível, tecnicamente, que
em menos de cinco minutos estivesse a funcionar um sistema paralelo por redundância.

A falta (aparente) do mesmo é assustadora.

Alguém tem de assumir a responsabilidade.

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2007-03-30

 

Informatização judiciária avança no Brasil (II)





Os processos que derem entrada no 4º Juizado Especial Cível de Vitória não serão mais tramitados em papel.



A partir da próxima segunda-feira, o registo, a tramitação, a conclusão e o arquivo das acções serão feitos electronicamente.


O programa chama-se e-procees e foi desenvolvido pelo Centro de Processamento de Dados do Tribunal de Justiça. O 4º Juizado Especial Cível de Vitória foi o primeiro a receber o sistema, que vai funcionar em numa rede digital interna do Tribunal.

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jorge Góes Coutinho, participou da inauguração do sistema e destacou que além da agilidade, o sistema gera economia. "Um dos grandes desafios do judiciário brasileiro é combater a morosidade e os altos custos, além do retardamento das demandas judiciais. Nós vamos diminuir em 80% o tempo que se gasta hoje com o sistema tradicional".

O sistema será testado por 30 dias, período em que os processos serão tramitados no papel e electronicamente. De seguida, a tramitação das acções será apenas realizada pelo sistema digital.

Esta notícia resulta de excertos do artigo do diário «A Gazeta», publicada aqui.


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2007-03-29

 

Informatização judiciária avança no Brasil



O Presidente da República do Brasil promulgou a Lei nº 11.419, de 19 de Dezembro de 2006, que disciplina a informatização do processo judicial.


A lei sancionada teve origem no Projecto de Lei nº 5.828/01 aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados no dia 30 de Novembro de 2001.

A nova legislação permite aos órgãos do Poder Judiciário a informatização integral do processo judicial, tornando-o acessível pela internet.

A notícia completa encontra-se disponível aqui.

Fonte: Revista Consultor Jurídico

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