2013-05-16
Diário da República (Seleção do dia)
Etiquetas: entidades regionais de turismo, Lei de Organização da Investigação Criminal, regime do exercício da atividade de segurança privada, turismo
2013-04-05
Tavira elogiada em jornal inglês
2012-09-24
Portugal: a beleza da simplicidade
Etiquetas: filmes, Portugal, turismo, viagens
2012-02-28
Diário da República (Seleção do dia)
Etiquetas: comissões de serviço de magistrados do Ministério Público, Gabinete de Estratégia, Ministério Público, Planeamento e Avaliação Culturais, turismo
2011-09-01
Economia portuguesa e receitas do turismo no Algarve
A hotelaria no Algarve não assegura aumento de receitas
"(...) Os dados de Julho e Agosto ainda não estão fechados, mas no Algarve, a região mais procurada para as férias de Verão, os números da hotelaria indicam que se repetiu o decréscimo de turistas portugueses e o aumento de estrangeiros. O destaque vai para o mercado espanhol, que "em Julho subiu 28%, devendo o mesmo repetir--se em Agosto", avançou ao DN o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas.
No acumulado do ano, os espanhóis já levam um avanço de 15,5% face a 2010, o que é seguido por alemães (+10,6%), ingleses (+7%) e demais mercados, o que o presidente da AHETA atribui, em parte, "à instabilidade no norte de África". Já os turistas portugueses, que nos últimos cinco anos tinham aumentado 50%, recuaram 11% até Julho, mês em que a queda homóloga foi de 7,2%.
Contas feitas, "a taxa de ocupação que em 2010 tinha sido de 51,1%, a pior dos últimos 16 anos, subiu 1,5%, mas está longe dos 65% para a rendibilidade dos investimentos". Mesmo porque a queda dos preços é outra tendência "para ficar", diz Elidérico Viegas, que aponta uma quebra de 4,9% até Julho nas receitas da hotelaria algarvia, prevendo que no total do ano, "apesar do aumento de hóspedes e da ocupação, deverão ficar ao mesmo nível de 2010". (...)"
As receitas do turismo a nível nacional são mais positivas
"(...) Apesar da crise, as receitas do turismo em Portugal atingiram no primeiro semestre o seu valor mais alto de sempre, com um total de 3,246 mil milhões de euros, mais 8,8% do que em 2010 e acima do recorde de 3,139 mil milhões obtido em 2008. O mês de Junho, com 660 milhões de euros, foi mesmo melhor do que em 2004, o seu anterior máximo histórico (632 milhões), com a realização do Campeonato Europeu de Futebol.
A manter-se este desempenho na segunda metade do ano, mesmo porque a primeira é habitualmente a mais fraca, 2011 poderá ser o melhor ano de sempre em termos de receitas turísticas para o País, ultrapassando o recorde de 7,601 mil milhões alcançado no ano passado. (...)"
Fonte: Diário de Notícias
Comentário
A circunstância das receitas da hotelaria algarvia não subirem em consonância com as receitas do turismo a nível nacional poderá justificar-se pelo aumento das alternativas de alojamento fora do circuito hoteleiro no distrito de Faro, onde o mercado do arrendamento urbano e as casas de férias representam uma parcela significativa nas opções de estadia dos turistas.
Etiquetas: distrito de Faro, economia portuguesa, turismo
2010-01-17
Allgarve in Port You Gal ou em... PoorTugal?

A valorização da língua portuguesa, da marca (esta sim, valiosa!) «Algarve», a história do distrito de Faro - tendo estado na base da designação do Reino do Algarve (até 1471) ou «dos Algarves» (a partir de 1471), constituindo o segundo Reino da Coroa Portuguesa - e a menos-valia da expressão publicitária deveriam ser argumentos suficientes para justificar uma alteração da designação do programa Allgarve.
Fica aqui o repto.
Etiquetas: Algarve, Allgarve, cultura portuguesa, Região do Turismo do Algarve, turismo
2007-06-11
Ser... ou não ser... «OTÁrio»...

Loc. N 38º 04, 73' -- W 007º 55, 94' Alt -- 636'
VMC em quase 100% ao ano. São raras as condições de visibilidade abaixo dos mínimos para CAT I. Raramente se verificam ventos cruzados que normalmente são de baixa intensidade.
Muito já foi escrito a propósito da necessidade de construção de um novo aeroporto internacional que sirva a cidade de Lisboa. Talvez ainda não tenham sido apresentadas todas as alternativas. Para reflexão, gostaria de partilhar, apenas, estas breves impressões:
A premissa:
O aeroporto internacional de Lisboa não oferece capacidade de resposta ao aumento substancial da procura por companhias aéreas, sobretudo das «low cost», não podendo ser ampliado suficientemente para dar satisfação à procura crescente.
Factores a ponderar na decisão:
Para a concretização da solução deverão ser considerados os interesses específicos da área metropolitana de Lisboa, o interesse nacional, a segurança da navegação aérea, as questões ambientais e a sustentabilidade económico-financeira do projecto.
A consequência:
Deverá ser construído um segundo aeroporto [substituindo o actual aeroporto de Lisboa ou numa solução de complementaridade (Lisboa + 1)].
Solução:
Manter o aeroporto internacional de Lisboa. Construir um aeroporto complementar, mais vocacionado para as companhias aéreas «low cost».
Localização do novo aeroporto:
Beja.
Vantagens:
Mantendo o aeroporto da Portela, complementado por outro, mais distante, o futuro da indústria hoteleira lisboeta fica assegurado, sem prejuízo do desenvolvimento de outra região portuguesa, mais carenciada de um pólo de desenvolvimento.
Excelentes condições de navegação aérea, com elevadíssimos índices de segurança.
Elevada expansibilidade das instalações aeroportuárias - o que não sucede nas outras alternativas conhecidas -.
Promoção do desenvolvimento económico e social dos distritos de Évora, Setúbal, Beja e Faro.
Reduzido impacto ambiental.
Reduzidos custos de construção do aeroporto.
Desvantagem:
Distância da capital, com os inerentes custos daí resultantes, na criação de infraestruturas rodoviárias e ferroviárias de ligação do aeroporto às principais cidades e zonas beneficiadas - v.g. Lisboa, Faro, Évora, Portalegre, Setúbal, Barragem do Alqueva, Costa Vicentina, Sines, península de Tróia (Torralta) -.
Contudo, este aeroporto não fica mais distante da capital do que muitos aeroportos vocacionados para vôos «low cost» que servem outras capitais europeias. Por outro lado, Lisboa continuaria a ser servida por um aeroporto localizado dentro da própria cidade.
Ao mesmo tempo que se construísse o aeroporto, poderia ser instalada uma linha de caminho de ferro de alta velocidade, ligando [Lisboa, Beja e Faro], ou [Lisboa, Évora, Beja e Faro], com vantagem económica para o sul do país, contribuindo para a diminuição da «desertificação» da «Margem Sul»... até à serra algarvia, estando assegurada a sua rentabilidade - o que não sucede com os actuais projectos da rede de alta velocidade -.
Dificilmente surgirá uma melhor oportunidade para o sul do país.
Ser, ou não ser... «Otário»... eis a questão.
Etiquetas: «Low Cost», aeroporto, Aeroporto de Beja, aeroporto internacional de Lisboa, Alentejo, Algarve, Alqueva, Costa Vicentina, Évora, Margem Sul, Ota, Setúbal, turismo


