2013-03-28

 

Alentejo: tempo para ser feliz...




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2010-06-01

 

Diário da República (Selecção do dia)


Portaria n.º 295/2010. D.R. n.º 106, Série I de 2010-06-01

Ministério da Administração Interna

Revoga a Portaria n.º 96/2009, de 29 de Janeiro, que mantém em vigor o Regulamento Geral do Serviço da Guarda Nacional Republicana, aprovado pela Portaria n.º 722/85, de 25 de Setembro.


Decreto-Lei n.º 56/2010. D.R. n.º 106, Série I de 2010-06-01

Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento

Estabelece limites à cobrança de quantias pela prestação do serviço de desbloqueamento dos aparelhos que permitem o acesso a serviços de comunicações electrónicas, garantindo os direitos dos utilizadores e promovendo uma maior concorrência neste sector.


Portaria n.º 296/2010. D.R. n.º 106, Série I de 2010-06-01

Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas

Reconhece como denominação de origem (DO) a designação «Alentejo» na identificação das várias categorias de produtos vinícolas.


Portaria n.º 298/2010. D.R. n.º 106, Série I de 2010-06-01

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social

Primeira alteração à Portaria n.º 127/2009, de 30 de Janeiro, que cria e regula o funcionamento dos gabinetes de inserção profissional.


Despacho n.º 9303/2010. D.R. n.º 106, Série II de 2010-06-01

Presidência do Conselho de Ministros - Gabinete do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto

Suspende o estatuto de utilidade pública desportiva à Federação Portuguesa de Vela.

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2009-10-29

 

Cooperação transfronteiriça



"As regiões portuguesas do Algarve e Alentejo e a comunidade espanhola da Andaluzia vão debater, hoje e amanhã, em Faro, a cooperação transfronteiriça. (...)


Andalusíadas 2009 é a primeira edição de uma iniciativa de cooperação transfronteiriça entre as regiões do Algarve, Alentejo e Andaluzia.

Trata-se de um fórum de debate aberto e conjunto das realidades económicas, culturais e sociais das três regiões”, explicou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Algarve.


A CCDR Algarve, que organiza o encontro em colaboração com a homóloga do Alentejo e a Secretaria-geral da Acção Exterior da Junta da Andaluzia, adiantou que (...) as Andalusíadas (...) que se realizarão anualmente (...) numa das três regiões."

Fonte: Público

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2008-01-05

 

Biblioteca Digital do Alentejo



Obras publicadas, relativas ao Alentejo, podem agora ser pesquisadas, lidas e descarregadas para o computador de cada um, a partir do sítio da Biblioteca Digital do Alentejo.

Trata-se de um modo exemplar de divulgação de informação e cultura a respeito de uma região.

A Biblioteca integrou ainda um programa informático específico para indivíduos portadores de deficiência visual poderem aceder aos conteúdos disponibilizados na B.D.A..

Deste modo, a Biblioteca utiliza não só ferramentas que permitem aumentar o tipo de letra e o espaçamento entre linhas (obedecendo às directrizes de acessibilidade ao conteúdo da Web 1.0 definidas com base na Recomendação de 5 de Maio de 1999 do W3C), como, também, a transcrição sonora dos textos (utilizando o software ReadSpeaker que dispensa a compra de hardware e software adicional por parte do utilizador).

Para aceder à Biblioteca Digital do Alentejo, basta clicar aqui.

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2007-06-11

 

Ser... ou não ser... «OTÁrio»...


(Beja)
Loc. N 38º 04, 73' -- W 007º 55, 94' Alt -- 636'

Dados meteorológicos relevantes:
VMC em quase 100% ao ano. São raras as condições de visibilidade abaixo dos mínimos para CAT I. Raramente se verificam ventos cruzados que normalmente são de baixa intensidade.



Muito já foi escrito a propósito da necessidade de construção de um novo aeroporto internacional que sirva a cidade de Lisboa.
Talvez ainda não tenham sido apresentadas todas as alternativas. Para reflexão, gostaria de partilhar, apenas, estas breves impressões:

A premissa:
O aeroporto internacional de Lisboa não oferece capacidade de resposta ao aumento substancial da procura por companhias aéreas, sobretudo das «low cost», não podendo ser ampliado suficientemente para dar satisfação à procura crescente.


Factores a ponderar na decisão:
Para a concretização da solução deverão ser considerados os interesses específicos da área metropolitana de Lisboa, o interesse nacional, a segurança da navegação aérea, as questões ambientais e a sustentabilidade económico-financeira do projecto.

A consequência:

Deverá ser construído um segundo aeroporto [substituindo o actual aeroporto de Lisboa ou numa solução de complementaridade (Lisboa + 1)].

Solução:

Manter o aeroporto internacional de Lisboa.
Construir um aeroporto complementar, mais vocacionado para as companhias aéreas «low cost».

Localização do novo aeroporto:

Beja.


Vantagens:
Mantendo o aeroporto da Portela, complementado por outro, mais distante, o futuro da indústria hoteleira lisboeta fica assegurado, sem prejuízo do desenvolvimento de outra região portuguesa, mais carenciada de um pólo de desenvolvimento.
Excelentes condições de navegação aérea, com elevadíssimos índices de segurança.
Elevada expansibilidade das instalações aeroportuárias - o que não sucede nas outras alternativas conhecidas -.
Promoção do desenvolvimento económico e social dos distritos de Évora, Setúbal, Beja e Faro.
Reduzido impacto ambiental.

Reduzidos custos de construção do aeroporto.


Desvantagem:

Distância da capital, com os inerentes custos daí resultantes, na criação de infraestruturas rodoviárias e ferroviárias de ligação do aeroporto às principais cidades e zonas beneficiadas - v.g. Lisboa, Faro, Évora, Portalegre, Setúbal, Barragem do Alqueva, Costa Vicentina, Sines, península de Tróia (Torralta) -.

*

Contudo, este aeroporto não fica mais distante da capital do que muitos aeroportos vocacionados para vôos «low cost» que servem outras capitais europeias. Por outro lado, Lisboa continuaria a ser servida por um aeroporto localizado dentro da própria cidade.


Ao mesmo tempo que se construísse o aeroporto, poderia ser instalada uma linha de caminho de ferro de alta velocidade, ligando [Lisboa, Beja e Faro], ou [Lisboa, Évora, Beja e Faro], com vantagem económica para o sul do país, contribuindo para a diminuição da «desertificação» da «Margem Sul»... até à serra algarvia, estando assegurada a sua rentabilidade - o que não sucede com os actuais projectos da rede de alta velocidade -.

Ou será que o «combate à desertificação» não constitui uma prioridade do país?
Dificilmente surgirá uma melhor oportunidade para o sul do país.
Ser, ou não ser... «Otário»... eis a questão.


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