2010-09-17
Tavira, cidade das igrejas

As visitas às igrejas decorrem nos dias 18 e 24 de Setembro e a 1 de Outubro, pelas 18h00.
Para esta actividade, a autarquia conta com a orientação de três historiadores especialistas nesta matéria.
Sob a orientação de Francisco Teixeira, Historiador de Arte da Universidade do Algarve, e de Daniel Santana, Historiador de Arte do Museu Municipal de Tavira, realiza-se, no dia 18 de Setembro, a visita às igrejas de Santa Maria do Castelo, Santiago e ao Convento de Nossa Senhora da Graça, cujo ponto de encontro está marcado na Igreja de Santa Maria do Castelo (Largo Dr. Jorge Correia).
No dia 24 de Setembro, é a vez das Igrejas de São Francisco, São José e Ermida de São Sebastião. A acção terá a orientação dos historiadores Marco Sousa Santos e Daniel Santana. Segue-se, pelas 19h00, na Ermida de São Sebastião, o lançamento do livro “Tavira, Cidade das Igrejas”, numa edição da Câmara Municipal de Tavira.
Também, no dia 1 de Outubro, os historiadores Marco Sousa Santos e Daniel Santana revelam os encantos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, da Ermida de São Brás e da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda (ou São Paulo).
(Para mais informações, os interessados devem contactar o Serviço Educativo do Museu Municipal de Tavira, pelo telefone 281 320 500 (ext. 324), ou pelo correio electrónico edu.museus@cm-tavira.pt)
Para esta actividade, a autarquia conta com a orientação de três historiadores especialistas nesta matéria.
Sob a orientação de Francisco Teixeira, Historiador de Arte da Universidade do Algarve, e de Daniel Santana, Historiador de Arte do Museu Municipal de Tavira, realiza-se, no dia 18 de Setembro, a visita às igrejas de Santa Maria do Castelo, Santiago e ao Convento de Nossa Senhora da Graça, cujo ponto de encontro está marcado na Igreja de Santa Maria do Castelo (Largo Dr. Jorge Correia).
No dia 24 de Setembro, é a vez das Igrejas de São Francisco, São José e Ermida de São Sebastião. A acção terá a orientação dos historiadores Marco Sousa Santos e Daniel Santana. Segue-se, pelas 19h00, na Ermida de São Sebastião, o lançamento do livro “Tavira, Cidade das Igrejas”, numa edição da Câmara Municipal de Tavira.
Também, no dia 1 de Outubro, os historiadores Marco Sousa Santos e Daniel Santana revelam os encantos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, da Ermida de São Brás e da Igreja de Nossa Senhora da Ajuda (ou São Paulo).
(Para mais informações, os interessados devem contactar o Serviço Educativo do Museu Municipal de Tavira, pelo telefone 281 320 500 (ext. 324), ou pelo correio electrónico edu.museus@cm-tavira.pt)
Etiquetas: igrejas, património, património histórico, Tavira
2007-10-30
Descubra Portugal... a "minha Terra"

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Etiquetas: cultura portuguesa, mapas, património, Portugal, roteiros, viagens
2007-02-27
Tribunal de Faro não passou no exame do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil

Foi efectuada uma vistoria às instalações do Tribunal Judicial da Comarca de Faro, tendo sido elaborado o respectivo auto, datado de 22 de Fevereiro de 2007, que concluiu pela existência de 25 (vinte cinco) deficiências genéricas no edifício principal e 17 (dezassete) deficiências nas instalações anexas em que estão instalados os dois Juízos Cíveis.
Entre tais deficiências genéricas aponta-se, por exemplo:
a) extintores fora de validade;
b) portas de saída que não abrem no sentido da evacuação;
c) central de detecção de incêndios inoperacional;
d) blocos de iluminação de segurança de emergência inoperacionais;
e) salas de espólio que possuem uma carga de incêndio elevada, sem condições de ventilação, nem medidas construtivas destinadas a limitar a propagação do fogo, fumo e gases de combustão;
f) inexistência de planos de prevenção e de emergência;
g) caminhos de evacuação obstruídos;
h) largura de algumas portas inferior à medida legalmente imposta;
i) elevador das instalações anexas sem inspecção periódica comprovada;
Se as instalações fossem privadas, de acesso público, teria sido ordenado o seu encerramento, por carecerem das condições legalmente exigidas.
Revela-se necessária e urgente:
a) a realização de uma vistoria às condições de segurança de todos os tribunais portugueses;
b) a correcção das deficiências encontradas, que violam as condições legais;
Entre tais deficiências genéricas aponta-se, por exemplo:
a) extintores fora de validade;
b) portas de saída que não abrem no sentido da evacuação;
c) central de detecção de incêndios inoperacional;
d) blocos de iluminação de segurança de emergência inoperacionais;
e) salas de espólio que possuem uma carga de incêndio elevada, sem condições de ventilação, nem medidas construtivas destinadas a limitar a propagação do fogo, fumo e gases de combustão;
f) inexistência de planos de prevenção e de emergência;
g) caminhos de evacuação obstruídos;
h) largura de algumas portas inferior à medida legalmente imposta;
i) elevador das instalações anexas sem inspecção periódica comprovada;
Se as instalações fossem privadas, de acesso público, teria sido ordenado o seu encerramento, por carecerem das condições legalmente exigidas.
Revela-se necessária e urgente:
a) a realização de uma vistoria às condições de segurança de todos os tribunais portugueses;
b) a correcção das deficiências encontradas, que violam as condições legais;
Etiquetas: D.G.A.J., deficiências, Faro, fiscalização, I.G.F.P., independência dos tribunais, obras, património, perigo de incêndio, protecção civil, segurança
Tribunal de Loulé afunda-se... literalmente

«O Tribunal de Loulé está "em ruínas", denuncia o Sindicatos dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores (STFPSA). "As rachas que atravessam as paredes de um lado ao outro e sinais de abatimento do soalho" vieram a agravar-se após o sismo do passado dia 12 de Fevereiro, garante o Sindicato. (...)
O STFPSA adianta que o "chão está a abater a olhos vistos, havendo mesmo armários que, colocados lado a lado, fazem um ”V” denunciador desse facto. As ombreiras das portas estão todas arrancadas e as janelas não se podem fechar devido ao desnível das paredes".»
Fonte da notícia: Região Sul
Comentário:
Em postagem anterior, do passado dia 13, alertou-se que a fiscalização da obra de construção do Tribunal de Loulé - entre outras - tinha deixado muito a desejar.
Será que o Ministério da Justiça desconhece:
a) que o edifício em causa foi construído em cima de uma linha de água (ribeiro)?
b) que o piso da Conservatória do Registo Predial e do Tribunal está a abater, apresentando zonas com um declive cada vez mais acentuado?
c) que algumas paredes apresentam rachas com vários centímetros de largura?
d) que o poço do elevador tem... água...?
e) que já caíram algumas lajes de ornamentação da fachada?
Impõe-se fiscalizar e agir.
Rapidamente.
Antes que haja vítimas.
Rapidamente.
Antes que haja vítimas.
Etiquetas: D.G.A.J., deficiências, fiscalização, I.G.F.P., inundações, Loulé, obras, património, tribunais
2007-02-13
Tribunais com deficiências de construção
Processos ficaram encharcados no Tribunal de Braga.
Segundo uma entrevista concedida pelo delegado sindical do Sindicato dos Funcionários Judiciais ao Jornal de Notícias, "Chove na sala de audiências do segundo andar e no arquivo".
É um problema infra-estrutural que ainda ninguém conseguiu resolver, nem mesmo com obras pontuais no edifício.
Apesar de já terem sido realizadas algumas obras, nenhuma empreitada acabou com a entrada da água da chuva, que, perigosamente, chega às secções através das instalações eléctricas.
Após o incidente de ontem, o secretário do tribunal comunicou a situação, novamente, à Direcção-Geral da Administração da Justiça e ao Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça.
Fonte da notícia / imagem: J.N. / J.N.
Comentário:
A situação revela outro aspecto insólito, cada vez mais frequente: trata-se de um edifício que apenas tem uma dúzia de anos de existência.
Neste, como noutros tribunais novos - por exemplo, no Algarve, os tribunais de Loulé, Albufeira e Vila Real de Santo António - , a fiscalização da qualidade da obra deixou muito a desejar, revelando os edifícios deficiências evidentes desde a sua inauguração.
Etiquetas: Braga, D.G.A.J., deficiências, fiscalização, I.G.F.P., inundações, obras, património, tribunais