2012-01-30

 

A verdade sobre a dívida externa














































































































Fonte: BBC

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2011-03-14

 

Realidade económica e financeira portuguesa: um breve retrato



O discurso de tomada de posse de Sua Excelência, o Presidente da República, constituiu uma análise lúcida e oportuna do actual estado da economia e da sociedade, como bem resulta dos números macro-económicos e financeiros a seguir concretizados:



1) A média do crescimento económico é a pior dos últimos 90 anos


Fonte: Santos Pereira (2011)



2) A dívida pública é a maior dos últimos 160 anos


Dívida pública portuguesa em % do PIB, 1850-2010
Fonte: Santos Pereira (2011)



3) A dívida externa é, no mínimo, a maior dos últimos 120 anos (desde que o país declarou uma bancarrota parcial em 1892)



Dívida externa bruta em % do PIB, 1999-2010
Fonte: Santos Pereira (2011)

4) O desemprego é, no mínimo, o maior dos últimos 80 anos. Temos 610 mil desempregados, dos quais 300 mil são de longa duração


Taxa de desemprego em Portugal, 1932-2010
Fonte: Santos Pereira (2011)



5) Voltámos à divergência económica com a Europa, após décadas de convergência


PIB per capita português em % do PIB per capita da Europa Avançada
Fonte: Santos Pereira e Lains (2010)




6) Vivemos actualmente a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos



Emigração portuguesa (milhares de pessoas), 1850-2008

Fonte: Santos Pereira (2010)



7) Temos a taxa de poupança mais baixa dos últimos 50 anos


Taxa de poupança bruta, 1960-2010
Fonte: AMECO, Santos Pereira (2011)

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2011-01-19

 

Crise financeira portuguesa: alertas, pedidos, notícias e mentiras


Sobre a realidade financeira portuguesa surgiu um artigo preocupante, publicado aqui (em língua inglesa).

Nessa notícia são referidos alguns aspectos relevantes do contexto político e financeiro europeu da crise financeira portuguesa e é descrita a posição do nosso país, também, no (des)concerto das nações.

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2010-04-22

 

Banco de Portugal: novo Governador



Numa altura em que alguns especuladores internacionais (e os norte-americanos e os chineses, interessados num aumento de valor relativo do dólar, face euro) pressionam os mercados financeiros de modo a aumentar as taxas de juro da dívida externa portuguesa, o Banco de Portugal conhece um novo Governador, que possui uma experiência importante no Banco Europeu de Inv
estimento (B.E.I.): Carlos Costa.

"Está assim escolhido o sucessor de Vítor Constâncio que iniciará funções de vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) a 1 de Junho.

O até agora vice-presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI) troca assim o Luxemburgo por Portugal, ao fim de três anos. Mas deixa um vasto trabalho: Desde 2006, conseguiu aumentar significativamente o nível de envolvimento de Portugal com o banco. Em 2008, por exemplo, o número de projectos nacionais financiados pelo BEI aumentou 62% e os empréstimos subiram 124% num total de 2,31 mil milhões de euros." (fonte: Diário Económico)

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2010-04-15

 

Portugal: a crise económica e financeira em números


Para conhecer algumas estatísticas da economia e das finanças portuguesas e de outros países da União Europeia, clique no mapa disponibilizado aqui.



Extracto de um artigo de opinião publicado nesta data por Landon Thomas Jr.

no jornal The New York Times,

o qual pode ser acedido clicando aqui:

"(...) That Greece and Portugal are among those in the worst trouble is well known, with both likely to be ensnared in a trap of stubbornly high debt, weak competitiveness and stagnant growth for years. Less remarked upon is that their savings rates — 6 percent of gross domestic product for Greece and 7.5 percent for Portugal — are the lowest by far among developed countries. By comparison Italy has a savings rate of 17.5 percent, Spain 20 percent and France and Germany at 19 percent and 23 percent, respectively.

For Athens and Lisbon, it is a toxic combination: low reserves of capital at a time that the cost of new debt is increasing, while their ability to generate tax revenue needed to pay for these obligations is shrinking because of tough austerity measures.

Portugal’s debt, at just under 90 percent of gross domestic product, is lower than Greece’s 113 percent level. The government in Lisbon has taken pre-emptive steps to cut spending and raise taxes.

Portugal’s funding needs for the year, while high at €24 billion, or $32.5 billion, are not as onerous as Greece’s, (...)

(...)

Portugal, perhaps even more than Greece, has suffered in this respect. Portuguese exporters have been losing market share to competitors since entering the common currency in 2000. That, in turn, has pushed the government to borrow from abroad to finance the current account deficit, thus pushing debt to current levels.

More serious, Portugal, unlike Greece, Ireland and Spain, did not experience the positive effects of the long period of growth reflecting low interest rates and has not experienced any improvement of its G.D.P. per capita over the past 15 years.

Accordingly, analysts say, it will be all the more difficult for Portuguese politicians to explain to their already pinched populace that more sacrifices — from public-sector wage cuts to higher value-added taxes — are necessary.

Fitch has already downgraded the country’s debt over doubts that Portugal can cut its deficit of 9 percent of G.D.P. Olli Rehn, the European commissioner for economic and monetary affairs, warned Portugal this week that further steps were needed to cut its deficit. (...)»

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