2012-01-06
Depósitos bancários a prazo diminuiram a sua remuneração

«No mês em que entraram em vigor os novos limites impostos pelo Banco de Portugal à remuneração dos depósitos a prazo, os juros médios destas aplicações afundaram mais de 100 pontos base. Os juros médios dos depósitos a prazo de particulares caíram de 4,53% para 3,64% em Novembro, com a queda a ser mais pronunciada nas aplicações até um ano, onde os juros médios desceram de 4,57% para 3,54%, ou seja, mais de 20%. A mesma tendência foi sentida nos depósitos das empresas, que passaram a remunerar, em termos médios, 3,27%, o que compara com os 4,49% de Outubro. Estas conclusões constam da base de dados do BCE, consultada pelo Diário Económico.
Apesar dos cortes pronunciados nas taxas destes produtos, o montante total de depósitos de particulares continuou a aumentar, em 1.068 milhões de euros, com as famílias portugueses a refugiarem-se nas aplicações a mais de dois anos, onde a queda foi menos pronunciada, de 4,23% para 3,76%. (...)»
Fonte: Diário Económico
Etiquetas: depósitos, depósitos a prazo, juros bancários, remuneração dos depósitos a prazo, taxa de poupança
2011-03-14
Realidade económica e financeira portuguesa: um breve retrato
O discurso de tomada de posse de Sua Excelência, o Presidente da República, constituiu uma análise lúcida e oportuna do actual estado da economia e da sociedade, como bem resulta dos números macro-económicos e financeiros a seguir concretizados:
2) A dívida pública é a maior dos últimos 160 anos
3) A dívida externa é, no mínimo, a maior dos últimos 120 anos (desde que o país declarou uma bancarrota parcial em 1892)
4) O desemprego é, no mínimo, o maior dos últimos 80 anos. Temos 610 mil desempregados, dos quais 300 mil são de longa duração
5) Voltámos à divergência económica com a Europa, após décadas de convergência
6) Vivemos actualmente a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
7) Temos a taxa de poupança mais baixa dos últimos 50 anos
Etiquetas: crescimento económico, desemprego, dívida externa portuguesa, dívida pública, economia portuguesa, emigração, produto interno bruto, taxa de poupança






