2012-10-16
Faro: hoje, a «Arte de Amar», na festa do cinema francês
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2012-09-21
Hoje, sexta-feira, no Teatro das Figuras, em Faro...
"Nesta peça, o ator metamorfoseia-se em oito personagens distintas, que podemos encontrar atualmente em muitas cidades ocidentais. A apatia generalizada, a ausência e/ou a contradição dos discursos, a ganância, a violência, o sexo, as drogas, a religião, a banalidade do quotidiano e a procura de sentidos para a vida são temas visados pelas suas personagens", explicou fonte da produção.
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2012-08-02
Faro: concerto de Ute Lemper & Orquestra do Algarve
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2011-12-01
Faro: jazz no inverno

Festival de JAZZ de Inverno - Peter King & Orquestra do Algarve
Teatro das Figuras
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| Peter King & Orquestra do Algarve Festival de JAZZ de Inverno | | |
| Festival de JAZZ de Inverno: Peter King e Orquestra do Algarve | ||
Orquestra do Algarve | Maestro a anunciar Magistral intérprete do saxofone alto Peter é também um requintado compositor e orquestrador. As pessoas conhecem-no, tanto na América como em Inglaterra' afirmou o grande Elvin Jones à revista de jazz inglesa “Jazz U.K.” em Setembro de 2001. 'Peter King é um dos melhores músicos do mundo' (Lalo Schifrin). Na sua fantástica e dilatada carreira Peter King tocou com as maiores lendas do Bebop, Bud Powell, Red Rodney, Philly Joe Jones, Benny Golson, entre muitos outros. Fez parte dos grupos de jazz do veterano baterista dos Stones, Charlie Watts. Fonte: Teatro Municipal de Faro | ||
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2010-05-28
Faro: Companhia Nacional de Bailado
HOMENAGEM AOS BALLETS RUSSES | COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO De 28 de Maio de 2010 às 21H30 a 30 de Maio de 2010 às 16H00 Teatro das Figuras | ||
| COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO | | |
| Programa AS BODAS Início da era cristã na Rússia rural. O bailado, em quatro cenas, representa um casamento numa época em que os rituais pagãos ainda se encontravam enraizados nas tradições familiares. Howard Sayeííe dedica a presente produção de 'As Bodas' à memória de Irina Nijinska, cujo trabalho manteve viva a obra de sua mãe. | ||
Intervalo A SAGRAÇÃO DA PRIMAVEIRA Classificação etária: a anunciar Produção: Companhia Nacional de Bailado, OPART Apoio: Comissão Nacional das Comemorações do Centenário da República e Allgarve’10 Fonte: Teatro Municipal de Faro | ||
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2009-11-27
Divulgação: concerto de beneficência
Sábado, dia 28 de Novembro, pelas 21h30:
O Teatro das Figuras, em Faro, será palco de um Espectáculo de Beneficência para a construção do Centro de Cuidados Continuados do Algarve para Doentes de Parkinson e Alzheimer, em Tavira, com um concerto da Orquestra do Algarve.
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2009-05-26
Teatro das Figuras
Uma parede falsa de seis toneladas separa o palco principal do Teatro das Figuras do recentemente inaugurado Pequeno Auditório.
Este novo espaço acolherá espectáculos intimistas, alternativos, jovens e experimentais, e será totalmente gratuito para quem decidir usá-lo.
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2008-11-28
Faro: mais um evento

Uma certa qualidade do ballet russo, em Faro, com o teatro esgotado.
Público, dança... espectáculo.
Apenas se lamenta a existência de deficiências na interpretação dramática, no guarda-roupa, na escolha de alguns bailarinos - com notório excesso de peso - e nos erros (?) de interpretação, que prejudicaram o resultado final.
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2008-07-01
Perceber «música», clássica ou outra...

A este respeito, veja uma pequena gravação, que inclui uma demonstração em piano e algumas explicações (em língua inglesa) de Benjamin Zander (clique aqui).
Quem sabe... qualquer dia, ainda teremos a oportunidade de escutá-lo no Teatro das Figuras, em Faro?...
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2008-01-07
Elisabete Matos brilhou em Faro

A soprano Elisabete Matos brilhou, numa interpretação de muito elevado nível artístico e técnico.
Acompanhada pela Orquestra do Algarve - que se mostrou muito renovada quanto aos instrumentistas -, excelentemente dirigida pelo Maestro Cesário Costa, a soprano portuguesa de maior projecção internacional evidenciou o seu estatuto de estrela do canto lírico europeu.
No encore, a soprano voltou a interpretar (da Ópera Guiditta), «Meine Lippen, sie küssen so heiss», de Léhar, merecendo uma ovação prolongada do público, que aplaudiu de pé a fabulosa interpretação.
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2007-10-27
Divulgação: hoje, em Faro

Contudo, são raras as oportunidades para a ouvir interpretada ao vivo por uma orquestra, por exigir uma elevada polifonia e um nível musical exigente.
No entanto, Faro terá a oportunidade de ouvir alguma da melhor música para cinema quando a Orquestra do Algarve for aumentada para o dobro com vários músicos convidados de orquestras inglesas.
Hoje, pelas 21h30m, o Teatro das Figuras, em Faro, abre as portas para acolher um magnífico espectáculo com a interpretação de temas populares de filmes do grande ecrã, como “Os salteadores da arca perdida”, “Super-homem”, “Guerra das estrelas”, “Amor sem barreiras” (“West Side Story”) e uma selecção de temas de filmes de James Bond.
John Avery será o maestro deste concerto que será certamente um espectáculo dinâmico da primeira à última nota.
Fonte: Orquestra do Algarve
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2007-07-17
Carmina Burana

Tendo como solistas, nomeadamente, o tenor Carlos Guilherme e o barítono Leonardo Neiva, com direcção musical de Günter Neuhold, Carmina Burana, (cânticos profanos) é uma cantata de Carl Orff, sendo das mais conhecidas páginas do repertório de concerto.
Embora Carl Orff tenha composto a obra na forma de uma cantata cénica, os Carmina Burana aparecem mais frequentemente incluídos nos programas das salas de concerto.
A cantata consiste numa colecção de poemas e pequenas peças escrita em latim e alemão medieval encontradas em Beuron, uma abadia beneditina a certa de 100 km a Sul de Munique, em 1803.
Datado do século XIII, o manuscrito de origem alemã, continha aproximadamente 250 poemas entre outras peças. Quando Johann Andreas Schmeller publicou a colecção em 1847, intitulou-a «Carmina Burana» ou seja Canções de Beuron.
Comentário:
Esmagador.
Impressionou a beleza e actualidade estética e harmónica da Cantata, apesar da antiguidade da partitura, que foram bem salientadas através de uma interpretação irrepreensível.
O concerto de segunda-feira mereceu um forte aplauso do público, que ovacionou os intérpretes durante pouco mais de sete minutos, justificando seis subidas ao palco do maestro e dos solistas.
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2007-06-30
Miss Daisy

Teatro Municipal de Faro, ontem, a partir das 22 horas:
Eunice Muñoz (Miss Daisy Werthan), Thiago Justino (motorista Hoke Coleburn) e Guilherme Filipe (Boolie Werthan), em três papéis principais verdadeiramente notáveis, interpretados com segurança, mereceram bem a ovação final do público, de pé, que aplaudiu intensamente.
Uma peça que emociona o público, levado a reflectir sobre a vida, as relações sociais, as relações humanas, a família e o envelhecimento.
A grandeza e o efémero do género humano.
Imperdível, para quem gosta de bom teatro.
Hoje à noite, a partir das 22 horas, há mais uma sessão.
Recomenda-se a escolha, se possível, por um dos lugares dianteiros, porque a profundidade do palco dificulta a audição, na segunda plateia, dos diálogos mantidos no automóvel (ainda bem que eu estava na segunda fila!).
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2007-06-21
Bandoleiro

Ney Matogrosso...
... no nosso Canto... em Faro.
Marcello Gonçalves
Violão de 7 cordas
Pedro Jóia
Alaúde e violão
Ricardo Silveira
Guitarra e violão
Zé Paulo Becker
Viola e violão
Apesar de contar já com 61 ou 62 anos de idade, o intérprete evidenciou uma voz ainda jovem e uma excelente forma física, que lhe assegura capacidade para mais digressões no futuro - quem sabe, talvez venha a ultrapassar em longevidade os Rolling Stones -.
Quem contava com o espectáculo de um artista em fim de carreira... enganou-se.
O artista evidenciou um domínio da técnica vocal que sobressaiu bem do - aliás excelente - acompanhamento dos instrumentos de corda: guitarra, viola, violão e, em três peças, alaúde.
Dignas de realce especial, ainda, as excelentes interpretações de Pedro Jóia.
Apenas uma nota menos positiva para a amplificação do som (P.A.), cuja arquitectura instalada na sala e equalização não me pareceu ser a mais adequada às excelentes condições da sala de concertos do Teatro Municipal de Faro, sendo mais adequada a espectáculos ao ar livre. Desta forma, o palco sonoro ficou baixo demais e o som dos instrumentos de corda resultou exageradamente amplificado.
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2007-06-10
Espectáculo... de encerramento
CONCERTO DE ENCERRAMENTO DO FIMA 2007
29ª EDIÇÃO DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DO ALGARVE
«Orquestras de Portugal»
Repertório:
Luís de Freitas Branco (1890-1955)
Finale (Fandango) da Suite Alentejana No.1
George Gershwin (1898–1937)
Rhapsody in Blue
Modest Mussorgsky (1839 - 1881)
Orquestração de Maurice Ravel (1875-1937)
Quadros de uma Exposição
1. Promenade
2. Gnomus
3. Promenade
4. The Old Castle
5. Promenade
6. Tuileries
7. Bydlo
8. Promenade
9. Unhatched Chickens
10. Samuel Goldberg and Schmuyls
11. Limoges – The Market Place
12. Catacombes
13. Baba Yaga
14. The Great Gate of Kiev
Intérpretes:
Músicos da Orquestra do Algarve
Músicos da Orquestra do Norte
Músicos da Orquestra Filarmonia das Beiras
António Rosado, piano
Álvaro Cassuto, maestro
Foi um excelente concerto, interpretado por uma orquestra composta por cerca de uma centena de instrumentistas seleccionados das orquestras regionais portuguesas.
Constituiu um prazer imenso assistir ao concerto, não só pela qualidade do repertório, dos instrumentistas e do Maestro, mas também porque as peças interpretadas fazem parte das minhas preferências pessoais, despertando recordações com mais de vinte anos.
O concerto:
Se esta semana foi marcada pela reunião do G 8, pode dizer-se que também passou a ficar na memória do público pelo G 3 deste concerto:
Obras emblemáticas de 3 países (Portugal, E.U.A. e Rússia), interpretadas por músicos oriundos de 3 orquestras (Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte e Orquestra Filarmonia das Beiras) - além do pianista António Rosado -, numa polifonia equilibrada e impactante q.b..
O concerto, que beneficiou do Alto Patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da República – infelizmente ausente -, começou à hora prevista, com uma excelente interpretação (apenas dois ligeiros desacertos de alguns violinistas nos andamentos mais rápidos da peça) da obra de Luís de Freitas Branco, marcada, nomeadamente, pelas excelentes interpretações dos solistas e dos percussionistas.
A Rapsody in Blue, de George Gershwin - que, confesso, constitui uma obra que me marcou desde a juventude -, começou com um ligeiro erro no solo de clarinete, mas que foi rapidamente ultrapassado e que não ofuscou o brilhantismo do resto da sua interpretação. A interpretação da obra seguiu a excelente nível interpretativo, merecendo referência especial o desempenho do pianista - António Rosado -, que interpretou a sua partitura de uma forma magistral, atribuindo um cunho personalizado ao seu solo (a meu ver, exagerando um pouco nessa «personalização» nos primeiros compassos) e de elevada tecnicidade, acabando a interpretação de forma arrebatadora para o público que encheu as plateias do Teatro Municipal de Faro, explorando o intérprete, devidamente, a genialidade da composição musical.
A última peça do repertório oficial foi interpretada de forma excelente, merecendo nota de destaque a qualidade dos solos de trompete, tuba (e contrabaixo, tocado pelo mesmo instrumentista), trombone de vara, flauta transversal e trompete.
Digna de realce foi, obviamente, a superior condução da orquestra pelo Maestro Álvaro Cassuto (fotografia), ao nível a que nos habituou, nomeadamente, na direcção da Orquestra do Algarve, merecendo claramente a ovação de pé do público presente, também dirigida à orquestra.
No encore, a orquestra interpretou o Fandango do Ribatejo, de Luís de Freitas Branco, concluindo o concerto com o Hino Nacional, também cantado pelo público.
Uma noite memorável!
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2007-05-25
Macbeth? Lagarto, Lagarto, Lagarto...

MACBETH
«Com João Lagarto e Valerie Braddell nos papéis principais, Macbeth é uma tragédia sobre a ambição, o poder, o bem e o mal, é um retrato de um homem cujo declínio faz dele vítima de si próprio e vitimizador de todos os que se lhe opõem.
A sua verdadeira tragédia é a incapacidade do protagonista voltar atrás, refazer o seu percurso e consciente desta incapacidade, submerge a honra até que o seu fim sangrento o liberta na morte.
A acção decorre na Escócia: Macbeth regressa de uma batalha, vitorioso, a casa e três bruxas fazem-lhe revelações proféticas que despertam a sua ambição. Encorajado pela mulher, Lady Macbeth, o general mata o rei e lança-se numa cruzada sangrenta até à sua morte.
A história de Macbeth é intemporal, é uma análise política de um golpe de estado e as suas consequências: os efeitos psicológicos e desintegração da personalidade quando entregue às forças malignas, sem esperança de redenção. Mas Macbeth é também um thriller com um desenrolar rápido, intenso, cheio de humor e vulnerabilidade no meio da brutalidade e forças do sobrenatural.»
Ficha técnica e artística:
Texto: William Shakespeare
Encenação: Bruno Bravo
Tradução e adaptação: Fernando Villas-Boas
Cenografia: Stephane Alberto
Figurinos: Paulo Mosqueteiro
Música: Sérgio Delgado
Desenho de Luz: José Manuel Rodrigues
Co-Produção: INATEL, Teatro da Trindade e Produções Teatrais Próspero 2007
Comentário:
Assisti à peça, na quarta-feira passada, à noite, no Teatro Municipal de Faro.
Depois de ter presenciado, há pouco tempo, no mesmo Teatro Municipal e do mesmo autor, uma excelente versão de Hamlet, fiquei bastante desiludido com esta interpretação da peça «Macbeth».
De tragédia... só ficou a intenção (será que havia?).
Os actores debitavam os textos a grande velocidade, as «bruxas» eram oráculos com voz em falsete - num registo próprio de teatro amador para crianças -, a cena final, que deveria ser trágica... provocou risada no público.
Lagarto, Lagarto, Lagarto... (não, este actor não teve qualquer intervenção na cena final... nesta apenas se encontrava uma réplica da sua cabeça).
Nota positiva apenas atribuiria a um ou outro momento da interpretação de João Lagarto - mas que não conseguiu manter, a meu ver, uma coerência e consistência interpretativa ao longo da peça -, à cenografia, aos figurinos e ao desenho de luz.
Espero que apenas tenha sido uma noite menos inspirada da companhia...
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2007-05-06
Noite mágica

Acabo de chegar do espectáculo onde brilhou a estrela Ute Lemper, que evidenciou uma paixão pela música, bem percepcionada por todo o público presente no Teatro das Figuras, em Faro.
A magia resultou da interpretação fenomenal da artista - dizer cantora seria pouco, pois Ute Lemper não se limita a cantar... uma vez que interpreta os temas, com expressão teatral que flui, naturalmente, com apontamentos de dança... tendo transmitido emoções com uma intensidade de grau muito elevado, sentida por todos os presentes.
O «recital» seguiu um guião, no qual as músicas constituíam expressão de épocas, de ambientes geo-referenciados, de estados de alma, revelando diversos universos musicais, com uma consistência interpretativa que só está ao alcance dos melhores do mundo. É raro o artista que consegue prender a atenção do público de uma forma tão constante do início até ao fim do espectáculo.
Entre as canções, explicava em breves palavras a época, os ambientes, com notas de bom humor, parecendo, em muitos momentos, estar a hipnotizar a plateia, atenta aos menores gestos da intérprete.
A diva encantou o público nos géneros chanson, jazz e musical, interpretando com a voz, dança e interpretação teatral, temas de Jacques Prevert (Blood and Feathers), Jacques Brel (Amsterdam, La Colombe, Je Ne Sais Pas), Léo Ferré, (Les Souvenirs de la Mer’), Brecht (Bilbau Song), Kurt Weill (Mack the Knife), a canção «Lola», do filme ‘Anjo Azul’, Edith Piaf (Milord), Marlene Dietrich (Lili Marlene) e o tema «All That Jazz» do musical «Chicago» - entre outros -, terminando, no encore, com canções alemãs yiddish do tempo da República de Weimar.
Até o meu filho, com treze anos de idade, adorou.
Quem ainda tiver oportunidade de assistir ao espectáculo de Ute Lemper, no grande auditório do CCB., em Lisboa (domingo, às 21 horas)... não perca esta oportunidade para poder corroborar as impressões anteriores.
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2007-05-05
Sugestão de fim de semana: Ute Lemper
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2007-03-04
Ser... ou não ser... eis a questão
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de William Shakespeare Tradução André Gago Fotografia: Teatro Municipal de Faro Comentário: Assisti ontem a uma peça de teatro que se confunde com a própria história do teatro, muito bem interpretada por três gerações de actores portugueses em palco, sendo ainda dignos de registo a encenação e o cenário. A excelência do teatro mostrado conseguiu compensar o desconforto das cadeiras do Teatro Municipal de Faro, claramente não concebidas para espectáculos com mais de três horas de duração. O teatro português está bem vivo e recomenda-se, através da companhia de «Teatro Instável», fundada em Maio de 2004. Post scriptum com um sorriso: De futuro, deveriam ter mais cuidado na escolha das «espadas» - uma das quais partiu na cena do duelo, interpretada de uma forma mais... entusiástica... -. | |||||||||
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