2011-12-01

 

Faro: jazz no inverno






Merece destaque, nesta programação, o espectáculo de domingo, às 21h30m.

Festival de JAZZ de Inverno - Peter King & Orquestra do Algarve

Teatro das Figuras

Peter King & Orquestra do Algarve
Festival de JAZZ de Inverno

Festival de JAZZ de Inverno:

Julian Joshep
01 | 21h30 | Teatro Lethes

Norma Winstone
02 | 21h30 | Teatro Lethes

Peter King e Orquestra do Algarve
03 | 21h30 | Teatro das Figuras


Orquestra do Algarve | Maestro a anunciar

Peter King é o melhor saxofonista que a Grã-Bretanha alguma vez produziu e um dos mais fantásticos do mundo' (Dave Gelly, 'The Giants Of Jazz', Aurum Press, 1986). (...)

Magistral intérprete do saxofone alto Peter é também um requintado compositor e orquestrador. As pessoas conhecem-no, tanto na América como em Inglaterra' afirmou o grande Elvin Jones à revista de jazz inglesa “Jazz U.K.” em Setembro de 2001. 'Peter King é um dos melhores músicos do mundo' (Lalo Schifrin).

Na sua fantástica e dilatada carreira Peter King tocou com as maiores lendas do Bebop, Bud Powell, Red Rodney, Philly Joe Jones, Benny Golson, entre muitos outros. Fez parte dos grupos de jazz do veterano baterista dos Stones, Charlie Watts.

Duração: 75M
Classificação Etária: todas as idades
Preços: €10,00 | DESC.25% >65 anos | €7,00 <30 anos
Co-produção: Associação Grémio das Músicas. ALLGARVE e TMF,E.M.


Fonte: Teatro Municipal de Faro

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2011-08-12

 

Música ao luar (de Agosto) em Tavira



Tavira, pátio interior do Convento das Bernardas, quinta-feira, dia 11 de Agosto de 2011, a partir das 22 horas.

Um concerto memorável, do Comendador (da Ordem do Infante D. Henrique) Carlos Alberto Ascenção do Carmo Almeida, um jovem com 71 anos de idade, de voz possante, inteligência no trato com os músicos e o público, em especial, por ter sido excelentemente acompanhado pela Claus Nymark Big Band, dirigida pelo conhecido trombonista de jazz que lhe confere o nome.




«Fly me to the moon» fez mais sentido em Tavira, nesta noite, com a lua a integrar o cenário natural do concerto, bem centrada sobre o palco durante todo o espectáculo, na perspectiva do público.

Além da interpretação prazerosa - embora não perfeita - de Carlos do Carmo, são dignos de merecido destaque:

a) a excelente qualidade da interpretação da orquestra, quer no desempenho colectivo (harmonias e dinâmica), como nos solos de trompete, saxofone, trombone, piano e bateria;

b) o rigor da amplificação, que permitiu uma audição sem «ruído», «distorções» e alterações da dinâmica sonora - um feito difícil para um concerto com uma Big Band (como ainda recentemente se comprovou, com prejuízo para os concertos da Orquestra Ligeira do Exército, no Quartel da Atalaia, em Tavira e do Lisbon Underground Ensemble, no ciclo de jazz do Palácio da Galeria, na mesma cidade);

c) a luminotecnia excelente do espaço cénico, aproveitando as paredes laterais e do fundo do convento, próximas do palco, para projectar padrões de imagens em movimento;

d) o tema original, composto por Claus Nymark para orquestra Big Band, interpretado no concerto, que se integrou perfeitamente no restante repertório - o que só evidencia a sua qualidade -;

Apenas senti falta de ver Claus Nymark a agarrar no seu trombone de vara e "solar" num dos muitos temas do repertório norte-americano da noite, em frente da sua orquestra. Fica aqui a sugestão para um futuro concerto.

Merece também referência a participação do excelente músico tavirense Desidério Lázaro - já anteriormente referenciado neste blog -, como saxofonista da orquestra de Claus Nymark. Trata-se de um dos melhores e mais requisitados saxofonistas portugueses, senhor de um estilo personalizado e de uma técnica instrumental superior.

Uma palavra final para o espaço excelente em que teve lugar o concerto. O pátio interior do empreendimento «Convento das Bernardas» - um espaço onde decorre a fase de conclusão da obra de requalificação de um convento inaugurado em 1506, cujo projecto arquitectónico actual é da autoria de Souto de Moura, integrando 78 apartamentos -, constituiu um cenário adequado ao evento.

Em suma, foi um concerto memorável.


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2011-07-31

 

LUME (Lisbon Underground Music Ensemble)

Fonte da imagem: Jazz.pt

Para encerrar o ciclo de «Jazz no Palácio», em Tavira, teve lugar um concerto muito interessante da orquestra LUME (Lisbon Underground Ensemble) - uma formação composta por 15 instrumentistas (englobando três trompetes, três trombones de vara, um saxofone barítono, um saxofone tenor, um saxofone alto, um saxofone soprano, um clarinete soprano, um baixo (substituído, pelo menos numa peça, por contrabaixo), bateria e piano -, liderada pelo compositor/pianista Marco Barroso.

As peças interpretadas pela orquestra apresentaram equilíbrios harmónicos de muito difícil execução, normalmente em andamentos rápidos, notando-se influências musicais diversas - boogie woogie, rock, funk, swing, be bop, jazz de autor, impressionismo, entre outras -, onde também merecem referência especial os solos de alguns músicos que compõem a orquestra, dotados de uma qualidade de nível superior, tais como, entre outros:

José Menezes (saxofone tenor);
Eduardo Lála (trombone de vara);

João Moreira (trompete, cujo som foi captado por microfone e alterado por amplificador/pedal de efeitos);
Paulo Gaspar (clarinete soprano);
André Sousa Machado (bateria);

Marco Barroso, ao piano e.. dentro do piano.

Aspectos mais positivos: originalidade das composições, qualidade dos instrumentistas e o notório prazer evidenciado por todos os músicos - à excepção do baixista, que parecia estar a limitar-se a ler e a tocar a sua partitura, sem grande envolvimento emocional (mas isso apenas foi notado pela oposição flagrante em relação aos seus colegas) - durante o concerto;

Aspecto menos positivo: perda de grande parte da dinâmica musical (v.g. intensidade sonora) por motivo da amplificação "generosa" demais;

Mais um excelente projecto musical, integrado por músicos dotados de muito boa formação técnica e sensibilidade artística.



Uma orquestra e músicos a acompanhar, certamente, durante muitos anos...

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2011-07-29

 

João Firmino (quinteto) em Tavira, apresentou «A Bolha»


Tavira, Palácio da Galeria, quinta-feira à noite. Como não conhecia este quinteto, fui ao concerto sem grandes expectativas. Porém, à terceira peça musical já estava convencido da qualidade dos instrumentistas - João Firmino (guitarra), Sosso Lacatos (saxofone alto), Spyros Manesis (piano), João Hasselberg (contrabaixo) e Luís Candeias (bateria) - e do valor da composição dos temas originais de João Firmino, líder do quinteto.

O jazz original apresentado tem uma sonoridade perfeitamente actual e, quanto a mim, de clara inspiração norte-americana.

O estilo deste quinteto e o fraseado da guitarra de João Firmino fez-me lembrar o estilo do norte-americano Kurt Rosenwinkel. Já muito maduro para a sua idade (25 anos), permite prever uma carreira auspiciosa.

Um quinteto, uns instrumentistas e um compositor, seguramente, com um excelente futuro.

O concerto em Tavira coincidiu com o lançamento do primeiro registo discográfico (ao vivo) desta formação, com o título «A Bolha», editada pela portuguesíssima JACC Records.
Recomendo vivamente.

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2011-07-27

 

Comparecer à chamada de Maria João, em Tavira...


Quarta-feira, dia 27 de Julho, às 22h00m

Maria João, acompanhada ao piano e sintetizadores por João Farinha e Júlio Resende, à bateria por Joel Silva e, em meios electrónicos por André Nascimento.

A arte da(s) musa(s) encanta o(s) público(s)...
... hoje, no Palácio da Galeria,em Tavira...

Actualização (28.7., 00h50m):

O concerto correspondeu à expectativa, tendo em conta, também, os instrumentos anunciados no programa.

Através do projecto «OGRE», Maria João envereda pelas sonoridades electrónicas, num registo fortemente marcado pelo sampler, onde se descobrem sons sintetizados, bem como gravações digitais de sons da natureza, da voz de Maria João, de relógios, batidas e samples, sujeitas a loops, misturas e outros trabalhos de pós-produção, que integram o som do conjunto, onde também se escuta o excelente desempenho do pianista, do teclista (sintetizador), do segundo teclista (teclado MIDI e sampler) e do baterista/percussionista, a acompanharem a voz, sempre colossal, da Maria João.

Muitos temas apresentados no concerto - que teve uma duração aproximada a 1h45m - foram originais, estando já anunciada a edição de um novo disco da cantora, agora visivelmente deslumbrada com as potencialidades da «música assistida» e integrada pela electrónica.


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2011-07-20

 

Sugestão de audição


Recomendo, vivamente, este álbum de Desidério Lázaro (trio), saxofonista e compositor, recheado de temas de jazz maduro, experimental e melódico, da sua autoria.




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2011-02-01

 

Loulé: Mário Laginha Trio inaugura hoje cine-teatro renovado


Mongrel» é o nome do espectáculo que Mário Laginha Trio vai apresentar no Cine-Teatro Louletano, hoje, dia 1 de Fevereiro, pelas 21h30m, na inauguração da renovada casa de espectáculos, depois de ter beneficiado de significativas obras de remodelação.

Mário Laginha, ao piano, far-se-á acompanhar de Bernardo Moreira, no contrabaixo, e Alexandre Frazão, na bateria, num trabalho concebido para assinalar o bicentenário do nascimento de Frédéric Chopin (1810-49).

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2010-07-31

 

Tavira: Carlos Barreto, José Salgueiro e Mário Delgado... «solid as a rock»


Carlos Barreto (contrabaixo), José Salgueiro (bateria) e Mário Delgado (guitarra) deram um concerto verdadeiramente memorável no Palácio da Galeria, em Tavira, interpretando, principalmente, os temas do seu último álbum "Labirintos", editado e comercializado em meados deste ano.

Verifiquei que desde o seu último álbum, Lokomotiv, editado em 2003 (no qual este trio se encontrava acompanhado de François Corneloup - saxofone tenor -), a linha estética da obra deste trio evoluiu substancialmente, estando agora mais madura e contemporânea, percorrendo, com mestria, um repertório que vai do «free jazz» até ao jazz em ritmo e com riffs e distorções próprias do rock.

O concerto teve momentos verdadeiramente sublimes - entre os quais saliento os excelentes solos dos três músicos -.

De sublinhar, também, o excelente entrosamento dos três músicos, que evidenciaram muitíssimo trabalho em ensaios e uma sólida formação técnica, que permitiram uma interpretação dos temas com um nível artístico excelente.

No encore interpretaram o tema «Ponto e Vírgula».



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2010-07-30

 

Hoje: mais jazz em Tavira




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Tavira: Desidério Lázaro conquistou a plateia


Continuando a reportar as exibições no festival de jazz, esta noite foi ainda mais forte do que a anterior.

Desidério Lázaro, exímio saxofonista e compositor, bem como docente universitário, conquistou a plateia, principalmente, com um jazz «mainstream» (como definido pelo próprio), tocando os temas do seu próximo trabalho discográfico, que estará à venda no próximo mês de Setembro. Terminou com um encore exigido pelo público, que concluiu com o tema "sorriso".


O público saiu satisfeito.

Registou-se, somente, mais uma alteração ao programa - não apareceu um quarteto, conforme anunciado no programa, mas um trio, não tendo sido dada qualquer explicação para esse facto -. Da formação prevista não apareceu o guitarrista e, já agora, os outros dois instrumentistas (contrabaixista e baterista) também não foram os anunciados no programa. Diga-se, em abono da verdade, que os "substitutos" (Mário Franco no contrabaixo e Luís Candeias na bateria) cumpriram o seu papel em bom plano.

Bem sei que o jazz vive do improviso (limitado à interpretação e, apenas, quando... previsto), mas para ser levado a sério, tem de respeitar os programas anunciados. Não sendo possível, impõe-se uma explicação ao público.

Já é o segundo concerto do festival que não cumpriu o programa anunciado. Depois dos «Angles» terem substituído o vibrafone previsto por um piano, o quarteto de Desidério Lázaro revelou-se como trio e substituiu todos os instrumentistas, à excepção do músico que dá o nome à formação musical.

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2010-07-29

 

Tavira: hoje há mais Jazz


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Jazz: Angles em Tavira




O festival de «Jazz no Palácio», em Tavira, começou muito bem.

O grupo sueco «
Angles» interpretou um repertório em estilo «free jazz», assente, por vezes, numa estrutura melódica e rítmica mais pronunciada e, em certos trechos, com evidente tendência reducionista.

A sequência do repertório foi bem escolhida, com temas cada vez mais estruturados.


O primeiro tema, surpreendente pelas dissonâncias, poderia ter por título «Do Caos à Rumba»...


Em relação ao anunciado, registou-se uma pequena alteração com a substituição do vibrafone pelo piano.


Enfim, houve Jazz, numa noite amena e de lua cheia.


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2010-07-27

 

Tavira: jazz no Palácio da Galeria


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2010-07-24

 

Loulé: concerto de Diana Krall


Diana Krall interpretará, nomeadamente, os temas dos seu último álbum «Quiet Nights», conforme consta da página oficial da cantora.

O concerto está agendado para hoje, sábado, às 22:00 horas, junto ao monumento Eng.º Duarte Pacheco, em Loulé.



Actualização:

O concerto valeu a pena. Embora nos seus trabalhos em estúdio, a intérprete tenha optado por um estilo mais «comercial», no seu espectáculo ao vivo Diana Krall mostrou a sua sensibilidade jazzística e as suas capacidades de excelente pianista e boa intérprete vocal dos temas oriundos, em especial, do seu último álbum, editado no ano passado. A liberdade conferida pelo tempo disponível numa interpretação ao vivo permitiu-lhe evidenciar os seus méritos artísticos, sobretudo, como instrumentista.

Uma referência especial, ainda, para os instrumentistas que acompanhavam a intérprete: o guitarrista Anthony Wilson, o baixo Robert Hurst e o baterista Karriem Riggins.

Destes três excelentes músicos, foi Karriem Riggins quem se destacou, sobretudo, pelo seu excelente desempenho no último solo, o qual teve um grau superior de dificuldade de execução. Também revelou, em determinados momentos dos seus solos, influências rítmicas distintas dos seus companheiros no palco, evidenciando um groove muito próprio.

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2010-05-21

 

Jazz em Faro




Sábado 22, 22h – JOÃO BARREIROS TRIO

no Pátio Bar (do Pátio de Letras)

Rua Dr. Cândido Guerreiro, 26-30 8000-321 FARO

João Barreiros no piano, André Rosinha no contrabaixo e Pedro Almiro na bateria.

O reportório incide em composições do pianista lisboeta com interpretações muito próprias de standards do jazz, temas eruditos e populares, procurando conciliar universos musicais diversos e diferentes abordagens musicais, denunciando influências desde Abdullah Ibrahim a Erik Satie, de Keith Jarrett a Tom Jobim...


Actualização:

Lamentável. Do trio, apenas apareceu o pianista. Sem explicação.

Do desempenho do pianista não escrevo... porque saí a meio.

Uma ida a Faro para esquecer. Deveria ter ido ao teatro...

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2009-08-26

 

Tavira, 25 de Agosto: o melhor espectáculo de rua em 2009



Deixo aqui o registo daquele que terá sido, para muitos, o melhor espectáculo de rua (no anfiteatro) em Tavira, bem evidenciado pelo entusiasmo do imenso público presente - cerca de mil pessoas -, que não resistiu dançar, contagiado pela alegria, dinamismo e qualidade da música e a corresponder aos pedidos do «entertainer» que "liderava" a banda.

Foi um concerto de jazz, ska e muito humor, durante pouco mais de uma hora e meia, sem intervalo, proporcionado por cerca de uma dezena e meia de bons músicos instrumentistas... e um comediante..., que animaram a noite tavirense.

Parabéns!

Para conhecer melhor estes artistas (grupo Farra Fanfarra), basta clicar aqui.

Nota final: É bom ver - e ouvir - músicos com tanto prazer evidente no seu desempenho. Merece ainda referência especial a excelente qualidade de alguns dos solos, denotando já um nível excelente de domínio do instrumento, nomeadamente em técnicas jazzísticas de improvisação.

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2009-07-27

 

A magia de Chick Corea e Gary Burton


Quando a interpretação musical atinge o patamar da excelência, a mesma torna-se magia.

Em Loulé, ontem à noite, o público assistiu a duas horas de verdadeira magia, escutando obras/interpretações de verdadeira «filigrana» musical, que culminou com dois «encores» - o último dos quais com Chick Corea e Gary Burton juntos, a tocar o vibrafone... a "quatro mãos"... -.

Simply magic...



Para ver e ouvir esta dupla online, poderá ver no Youtube, entre outras, esta interpretação.

Para ver e ouvir esta dupla ao vivo, sugiro uma deslocação ao Porto na próxima sexta-feira, onde irá actuar nos jardins do Palácio de Cristal, no Porto, às 22 horas, integrados no Porto Blue Jazz. A entrada é livre.

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2009-07-13

 

A importância da bateria no jazz


Roy Owen Haynes (baterista com anos de idade, que tocou, designadamente, com Thelonious Monk, Stan Getz, Sarah Vaughan, Etta James, John Coltrane, Sonny Rollins, Miles Davis, Lester Young, Billie Holiday, Chick Corea e Charlie Parker) afirmou, em entrevista ao El Pais, o seguinte:

"(...) A bateria é o alicerce sobre o qual é construído o edifício do jazz.

Um bom baterista deve possuir dois requisitos: uma boa dose de
swing (...) e um bom ouvido. Não basta tocar para si mesmo, deve saber escutar os demais músicos e conversar com eles. Não há outro segredo. (...)".

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2008-06-30

 

Big Band do Hot Clube de Portugal actuou em Tavira




Comemorando sessenta anos de fundação do Hot Clube Português, a orquestra efectuou um concerto de tributo à música dos anos 40, com destaque para o repertório de Count Basie, acompanhada, nalguns temas, pela voz afinada e bem ritmada de Marta Uva.



Uma noite amena, a ouvir boa música.

Venham mais.

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2008-06-28

 

Big Band do Hot Clube de Portugal em Tavira




O “Verão em Tavira 2008 ”, que decorre durante os próximos três meses, em vários locais da cidade, apresenta uma grande diversidade de eventos artísticos.

No dia 30 de Junho, comemorando o 60º aniversário do mítico clube, a Big Band do Hot Clube de Portugal dará um concerto na Praça da República, em Tavira

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