2013-07-19

 

Tavira: hoje há Jazz no Palácio, com Maria João e Mário Laginha





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2013-07-14

 

Tavira: Jazz no Palácio, a partir de sexta-feira, dia 19 de Julho






Maria João e Mário Laginha “Iridescente”:  19 de julho, 22h00 
Coprodução Câmara Municipal de Tavira, Associação Baixa de Tavira e ONC-produções culturais

Surgido de um convite institucional, “Iridescente” é o novo trabalho de Maria João e Mário Laginha, construído ao longo de mais de duas décadas de colaboração. Cada novo disco de Maria João e Mário Laginha cria sempre uma grande expectativa. Basta percorrer rapidamente a discografia da dupla: “Danças”, “Fábula” e “Cor”, “Lobos, Raposas e Coiotes”, Chorinho Feliz” e “Mumadji”, até aos mais recentes “Undercovers” , “Tralha” e “Chocolate”.”
Maria João - Voz | Mário Laginha – Piano | João Frade – Acordeão | Alexandre Frazão – Bateria e percussão


Carlos Bica & AZUL com Frank Möbus e Jim Black:  26 de julho, 22h00 
"Things About" é o título do mais recente álbum de Carlos Bica e do seu trio AZUL, editado em Outubro de 2012.

Quando se pede a um especialista que indique um nome de um músico português na área do jazz e música improvisada a resposta dada é muitas vezes… Carlos Bica.

Passados 15 anos da edição do primeiro álbum, Bica volta a reunir em estúdio os seus companheiros de longa data para gravar aquele que será o quinto álbum deste trio, que mantém intacta a formação original, numa empatia rara que tem contribuído para o reconhecimento internacional de Carlos Bica.


Kolme com Ruben Alves, Carlos Miguel e Miguel Amado:  27 de julho, 22h00

A formação piano + contrabaixo + bateria é provavelmente a mais marcante na história do jazz pos-bebop.

Com o legado deixado pelos trios de Bill Evans, Keith Jarret e mais recentemente Brad Mehldau a importância desta formação é incontornável.

KOLME é uma nova perspetiva do trio conduzido pelo piano.

Com influências recebidas de várias áreas musicais, devido ao percurso multifacetado dos três músicos.

O repertório é composto quase exclusivamente por temas originais.


Os bilhetes estão à venda, na receção da Câmara Municipal, entre as 9h00 e as 12h30 e as 14h00 e as 17h30 e no local, uma hora antes do concerto.

O bilhete para o concerto “Maria João e Mário Laginha” tem um valor de €10,00 e os restantes €5,00.

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2011-07-31

 

LUME (Lisbon Underground Music Ensemble)

Fonte da imagem: Jazz.pt

Para encerrar o ciclo de «Jazz no Palácio», em Tavira, teve lugar um concerto muito interessante da orquestra LUME (Lisbon Underground Ensemble) - uma formação composta por 15 instrumentistas (englobando três trompetes, três trombones de vara, um saxofone barítono, um saxofone tenor, um saxofone alto, um saxofone soprano, um clarinete soprano, um baixo (substituído, pelo menos numa peça, por contrabaixo), bateria e piano -, liderada pelo compositor/pianista Marco Barroso.

As peças interpretadas pela orquestra apresentaram equilíbrios harmónicos de muito difícil execução, normalmente em andamentos rápidos, notando-se influências musicais diversas - boogie woogie, rock, funk, swing, be bop, jazz de autor, impressionismo, entre outras -, onde também merecem referência especial os solos de alguns músicos que compõem a orquestra, dotados de uma qualidade de nível superior, tais como, entre outros:

José Menezes (saxofone tenor);
Eduardo Lála (trombone de vara);

João Moreira (trompete, cujo som foi captado por microfone e alterado por amplificador/pedal de efeitos);
Paulo Gaspar (clarinete soprano);
André Sousa Machado (bateria);

Marco Barroso, ao piano e.. dentro do piano.

Aspectos mais positivos: originalidade das composições, qualidade dos instrumentistas e o notório prazer evidenciado por todos os músicos - à excepção do baixista, que parecia estar a limitar-se a ler e a tocar a sua partitura, sem grande envolvimento emocional (mas isso apenas foi notado pela oposição flagrante em relação aos seus colegas) - durante o concerto;

Aspecto menos positivo: perda de grande parte da dinâmica musical (v.g. intensidade sonora) por motivo da amplificação "generosa" demais;

Mais um excelente projecto musical, integrado por músicos dotados de muito boa formação técnica e sensibilidade artística.



Uma orquestra e músicos a acompanhar, certamente, durante muitos anos...

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2011-07-29

 

João Firmino (quinteto) em Tavira, apresentou «A Bolha»


Tavira, Palácio da Galeria, quinta-feira à noite. Como não conhecia este quinteto, fui ao concerto sem grandes expectativas. Porém, à terceira peça musical já estava convencido da qualidade dos instrumentistas - João Firmino (guitarra), Sosso Lacatos (saxofone alto), Spyros Manesis (piano), João Hasselberg (contrabaixo) e Luís Candeias (bateria) - e do valor da composição dos temas originais de João Firmino, líder do quinteto.

O jazz original apresentado tem uma sonoridade perfeitamente actual e, quanto a mim, de clara inspiração norte-americana.

O estilo deste quinteto e o fraseado da guitarra de João Firmino fez-me lembrar o estilo do norte-americano Kurt Rosenwinkel. Já muito maduro para a sua idade (25 anos), permite prever uma carreira auspiciosa.

Um quinteto, uns instrumentistas e um compositor, seguramente, com um excelente futuro.

O concerto em Tavira coincidiu com o lançamento do primeiro registo discográfico (ao vivo) desta formação, com o título «A Bolha», editada pela portuguesíssima JACC Records.
Recomendo vivamente.

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2011-07-27

 

Comparecer à chamada de Maria João, em Tavira...


Quarta-feira, dia 27 de Julho, às 22h00m

Maria João, acompanhada ao piano e sintetizadores por João Farinha e Júlio Resende, à bateria por Joel Silva e, em meios electrónicos por André Nascimento.

A arte da(s) musa(s) encanta o(s) público(s)...
... hoje, no Palácio da Galeria,em Tavira...

Actualização (28.7., 00h50m):

O concerto correspondeu à expectativa, tendo em conta, também, os instrumentos anunciados no programa.

Através do projecto «OGRE», Maria João envereda pelas sonoridades electrónicas, num registo fortemente marcado pelo sampler, onde se descobrem sons sintetizados, bem como gravações digitais de sons da natureza, da voz de Maria João, de relógios, batidas e samples, sujeitas a loops, misturas e outros trabalhos de pós-produção, que integram o som do conjunto, onde também se escuta o excelente desempenho do pianista, do teclista (sintetizador), do segundo teclista (teclado MIDI e sampler) e do baterista/percussionista, a acompanharem a voz, sempre colossal, da Maria João.

Muitos temas apresentados no concerto - que teve uma duração aproximada a 1h45m - foram originais, estando já anunciada a edição de um novo disco da cantora, agora visivelmente deslumbrada com as potencialidades da «música assistida» e integrada pela electrónica.


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2011-07-25

 

Esta semana... jazz no Palácio da Galeria, em Tavira!





Quarta-feira, dia 27 de Julho, às 22h00m:
Maria João, acompanhada ao piano e sintetizadores por João Farinha e Júlio Resende, à bateria por Joel Silva e, em meios electrónicos por André Nascimento.


Quinta-feira, dia 28 de Julho, às 22h00m: Quinteto de João Firmino (formado em 2006, na Holanda, com influências do Fado de Coimbra, do rock progressivo, do jazz moderno, e da «Film Music»);

Sexta-feira, dia 29 de Julho, às 22h00m: António Eustáquio e Carlos Barretto, interpretando músicas num instrumento original - o Guitolão -;

Sábado, dia 30 de Julho, às 22h00m:
LUME (Lisboa Underground Music Ensemble) Big Band - Marco Barroso, lidera 15 instrumentistas, tendo o repertório influências muito diversas (funk, música textural, boogie woogie, ambientes impressionistas, et alia)

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2010-07-31

 

Tavira: Carlos Barreto, José Salgueiro e Mário Delgado... «solid as a rock»


Carlos Barreto (contrabaixo), José Salgueiro (bateria) e Mário Delgado (guitarra) deram um concerto verdadeiramente memorável no Palácio da Galeria, em Tavira, interpretando, principalmente, os temas do seu último álbum "Labirintos", editado e comercializado em meados deste ano.

Verifiquei que desde o seu último álbum, Lokomotiv, editado em 2003 (no qual este trio se encontrava acompanhado de François Corneloup - saxofone tenor -), a linha estética da obra deste trio evoluiu substancialmente, estando agora mais madura e contemporânea, percorrendo, com mestria, um repertório que vai do «free jazz» até ao jazz em ritmo e com riffs e distorções próprias do rock.

O concerto teve momentos verdadeiramente sublimes - entre os quais saliento os excelentes solos dos três músicos -.

De sublinhar, também, o excelente entrosamento dos três músicos, que evidenciaram muitíssimo trabalho em ensaios e uma sólida formação técnica, que permitiram uma interpretação dos temas com um nível artístico excelente.

No encore interpretaram o tema «Ponto e Vírgula».



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2010-07-30

 

Hoje: mais jazz em Tavira




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Tavira: Desidério Lázaro conquistou a plateia


Continuando a reportar as exibições no festival de jazz, esta noite foi ainda mais forte do que a anterior.

Desidério Lázaro, exímio saxofonista e compositor, bem como docente universitário, conquistou a plateia, principalmente, com um jazz «mainstream» (como definido pelo próprio), tocando os temas do seu próximo trabalho discográfico, que estará à venda no próximo mês de Setembro. Terminou com um encore exigido pelo público, que concluiu com o tema "sorriso".


O público saiu satisfeito.

Registou-se, somente, mais uma alteração ao programa - não apareceu um quarteto, conforme anunciado no programa, mas um trio, não tendo sido dada qualquer explicação para esse facto -. Da formação prevista não apareceu o guitarrista e, já agora, os outros dois instrumentistas (contrabaixista e baterista) também não foram os anunciados no programa. Diga-se, em abono da verdade, que os "substitutos" (Mário Franco no contrabaixo e Luís Candeias na bateria) cumpriram o seu papel em bom plano.

Bem sei que o jazz vive do improviso (limitado à interpretação e, apenas, quando... previsto), mas para ser levado a sério, tem de respeitar os programas anunciados. Não sendo possível, impõe-se uma explicação ao público.

Já é o segundo concerto do festival que não cumpriu o programa anunciado. Depois dos «Angles» terem substituído o vibrafone previsto por um piano, o quarteto de Desidério Lázaro revelou-se como trio e substituiu todos os instrumentistas, à excepção do músico que dá o nome à formação musical.

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2010-07-29

 

Tavira: hoje há mais Jazz


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Jazz: Angles em Tavira




O festival de «Jazz no Palácio», em Tavira, começou muito bem.

O grupo sueco «
Angles» interpretou um repertório em estilo «free jazz», assente, por vezes, numa estrutura melódica e rítmica mais pronunciada e, em certos trechos, com evidente tendência reducionista.

A sequência do repertório foi bem escolhida, com temas cada vez mais estruturados.


O primeiro tema, surpreendente pelas dissonâncias, poderia ter por título «Do Caos à Rumba»...


Em relação ao anunciado, registou-se uma pequena alteração com a substituição do vibrafone pelo piano.


Enfim, houve Jazz, numa noite amena e de lua cheia.


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