2007-04-19

 

Teatro para juízes e auditores de justiça

teatro_duvida

DÚVIDA, de John Patrick Shanley.

Encenação: Ana Luísa Guimarães; música original: Bernardo Sassetti; Interpretação: Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo.


1964. Uma igreja e escola católicas. Bronx, Nova York. Um Padre é suspeito de assediar sexualmente uma criança de 12 anos. A Madre Superiora acusa-o. O Padre reclama a sua inocência. Será ele culpado ou inocente? O que fazemos quando não temos a certeza? Como vivemos com a ambiguidade, a incerteza, a contradição? Temos coragem de viver com a Dúvida? Somos capazes de aceitar a dor que a Dúvida e a sabedoria exigem?

A seguir à peça de teatro realiza-se uma mesa redonda de debate sobre o tema "Dúvida e Certeza", com a participação dos actores Eunice Muñoz e Diogo Infante e dos convidados Laborinho Lúcio, Juiz Conselheiro Jubilado e Vogal do Conselho Superior da Magistratura e Rui do Carmo, Procurador do Tribunal de Família de Coimbra e Director da Revista do Ministério Público.


Domingo, 22.4.07, 17 horas, Teatro Maria Matos

A A.S.J.P. convida Juízes e Auditores de Justiça a irem ao teatro.

Preço especial para associados, auditores de justiça e acompanhantes (€ 7,5) desde que se proceda ao levantamento do bilhete com 24H de antecedência. Com vista a garantir lugar sugere-se prévia "inscrição" junto da A.S.J.P. (tel. 217816180).


Fonte da notícia: A.S.J.P.

Etiquetas: ,


2007-03-27

 

O papel social do teatro




Segundo noticiado
aqui, a peça «Dúvida» estreia amanhã no Teatro Maria Matos.

Uma excelente peça, já galardoada.




O espectáculo, dirigido por Ana Luísa Guimarães, estreia amanhã, contracenando Eunice Muñoz e Diogo Infante.


Este interpreta a personagem de um padre acusado (justa ou injustamente, nunca se saberá... daí a dúvida expressa no título da peça) de assédio sexual a uma criança de 12 anos.

Diogo Infante, que escolheu o texto, fez questão de sublinhar aqui que a peça «(...) coloca-nos perante um bom tema para reflexão: o que acontece a alguém que é injustamente acusado de um crime e perseguido? É preciso pensar antes de mergulhar as pessoas em sofrimentos atrozes


Comentário:

Depois de ontem, a P.G.A. Dra. Maria José Morgado ter referido, em tom crítico, que não havia políticos portugueses actualmente presos por corrupção, Diogo Infante sugere uma reflexão sobre o sofrimento dos «inocentes» que são perseguidos socialmente e acabam por ser «apanhados» na «teia judiciária».

Hum... não estará a pensar em nenhuma pessoa concreta, pois não?...

A eficiência da administração da justiça mede-se pela sua eficácia na protecção dos inocentes e... pela sua capacidade de responsabilização dos culpados.

Com Diogo Infante a comandar os destinos de um projecto teatral, o teatro talvez recupere o seu papel social mais importante e mais negligenciado nos últimos anos.

A Cultura, sob a forma de Arte, deve sugerir reflexões e produzir sensações e sentimentos.
Na cultura e na arte, o Homem reencontra-se.

Etiquetas: , , , ,


This page is powered by Blogger. Isn't yours?

eXTReMe Tracker Free counter and web stats
Contador grátis e estatísticas para seu site em www.motigo.com

RSS: Tenha acesso às actualizações do Blog de Informação, clicando aqui ou no í­cone anterior.