2013-03-12

 

Ciência médica: análise ao sangue pode revelar doença de Alzheimer



Uma análise ao sangue poderá ser suficiente para detetar a doença de Alzheimer, indica um estudo assinado por investigadores britânicos da Universidade de Nottingham. 

O teste sanguíneo revela marcadores que diferem, consoante as pessoas forem saudáveis, ou padecerem da doença.

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2012-12-18

 

Ciência: nanopartícula eficaz no tratamento do cancro da mama



«A patente para uma nanopartícula de nova geração destinada ao tratamento do cancro da mama, desenvolvida por investigadores portugueses, foi concedida nos Estados Unidos, anunciou esta segunda-feira a Universidade de Coimbra.

A nanopartícula “previne os efeitos secundários associados à quimioterapia” e, simultaneamente, “aumenta a eficácia terapêutica” do tratamento, sublinhou à agência Lusa João Nuno Moreira, investigador envolvido no projecto. Além de “matar as células cancerosas”, a nanopartícula para o tratamento do cancro da mama também aniquila “os vasos sanguíneos que alimentam o tumor, evitando reincidências”.

(...)

Os testes já realizados em animais com cancro da mama humano demonstram que a nanopartícula cumpriu a sua missão: “Percorreu todo o organismo até atingir o tumor e matou as células responsáveis sem provocar toxicidade nos restantes órgãos.


Além disso, revelou ainda “a capacidade de suprimir a invasão tumoral», concluíram os investigadores responsáveis pelo projecto, João Nuno Moreira, Vera Moura e Sérgio Simões.

João Nuno Moreira acredita ser possível iniciar os testes clínicos do novo produto dentro de três anos e o medicamento chegar ao mercado quatro anos depois.»

Fonte: Lusa/Sol 

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2012-01-26

 

Ciência médica: experiências com resultados promissores para a cura de Alzheimer



Investigadores canadianos, da Universidade de Toronto, liderados por Andres Lozano, aplicaram estimulação cerebral profunda em seis pacientes. Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, foi parado o processo de deterioração.

Nos portadores de Alzheimer, a região do cérebro conhecida como hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona no hipocampo, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. (...) a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

Durante a investigação, a equipa de cientistas canadianos instalou os dispositivos no cérebro de seis pessoas que tinham sido diagnosticadas com Alzheimer, há, pelo menos, um ano. Assim, colocaram elétrodos perto do fórnix, conjunto de neurónios que carregam sinais para o hipocampo, aplicando, depois, pequenos impulsos elétricos, 130 vezes por segundo. Após 12 meses de estimulação, um dos pacientes teve um aumento do hipótalamo de 5 por cento e, outro, 8 por cento.

Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida a doença. Os cientistas têm, contudo, ainda de conhecer mais sobre o modo como a estimulação funciona no cérebro.

Fonte: Sapo

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2010-10-11

 

E.U.A.: início de tratamento com células estaminais


«Médicos dos Estados Unidos começaram a tratar, pela primeira vez, um doente com células estaminais humanas, no quadro de um ensaio clínico autorizado pelas autoridades, anunciou a empresa de biotecnologia Geron Corporation. (...)

O principal objectivo deste ensaio clínico, designado como Fase 1, é o de avaliar a segurança e a tolerância a estas células por pessoas paralisadas depois de feridas na espinal-medula. (...)

O primeiro paciente foi seleccionado no Centro Shepherd de reabilitação e investigação de ferimentos na espinal medula de Atlanta, no Sudeste dos EUA. (...)

A agência federal dos medicamentos (Food and Drug Administration) deu a sua autorização à Geron em Janeiro de 2009.

O objectivo do ensaio é injectar células derivadas de células estaminais embrionárias humanas em voluntários que paralisaram recentemente, na esperança de que possam regenerar as células nervosas deterioradas e, potencialmente, permitir à pessoa paralisada recuperar a sensibilidade e a faculdade de movimento

Fonte: D.N.

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2010-07-09

 

Alzheimer: em 2015 será possível o seu diagnóstico precoce


Um grupo de cientistas do Instituto de Psiquiatria do King’s College, de Londres, descobriu que os níveis elevados de uma proteína sanguínea chamada clusterina estão ligados ao aparecimento de Alzheimer.

Dentro de cinco anos - período necessário para criar um exame de diagnóstico para uso humano - poderá ser possível antecipar a doença.

Fonte: C.M.

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2010-07-08

 

SIDA: descoberta de anticorpos viabiliza vacina

A investigação científica, produzida pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, descobriu dois anticorpos humanos no sangue de um individuo seropositivo e, a partir daí, foram isolados e refinados em laboratório.

Os cientistas usaram uma proteína de HIV-1 modificada de forma a só reagir com os anticorpos específicos ao lugar onde o vírus se liga à célula. Ou seja, neste ambiente sob total controlo das variáveis, os anticorpos tiveram o poder de derrotar o vírus.

Desta conclusão saiu uma imagem - que pode ser vista na edição de amanhã da revista Science - da estrutura atómica do anticorpo onde pode ser observado o local exacto onde o HIV começa a ser destruído.

Fonte: PBAgora



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2008-01-30

 

Ciência "made in Portugal": Cápsula endoscópica com capacidade vídeo melhorada




Há vários anos que investigadores da Universidade de Aveiro trabalham com uma tecnologia médica chamada «cápsula endoscópica».




Agora, em parceria com médicos do Hospital Geral de Santo António, têm vindo a desenvolver novos algoritmos de processamento digital de vídeo e a integrá-los numa plataforma computacional chamada «CapView®». O objectivo é facilitar o diagnóstico médico do exame. Estes inovadores resultados alcançados foram já publicados este mês, na prestigiada revista científica «Imaging Sciences».


Fonte da notícia: CiênciaHoje


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2007-04-12

 

Ciência: cancro da mama



Investigadores norte-americanos conseguiram isolar um grupo de quatro genes (EREG, MMP1, MMP2 e COX2) que são vitais para o crescimento rápido das células do cancro da mama e a sua expansão até aos pulmões.


Inibindo a acção desses quatro genes, mediante fármacos, os cientistas conseguiram travar o crescimento desse tipo de tumores, numa experiência com ratos, bloqueando ainda, quase completamente, a sua expansão para os pulmões.

O estudo encontra-se explicado em artigo publicado na revista Nature, acessível nesta hiperligação.

Fonte: Revista Nature


Comentário:


Os cientistas estão a avançar para testes clínicos, destinados a comprovar os resultados da experiência em seres humanos.

Ainda não foi demonstrado que esta descoberta possa ser aproveitada para o combate de outras formas de cancro.

Apesar disso, a descoberta científica é merecedora de destaque e acompanhamento.
Haja esperança.

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