2009-04-29
Teoria da Evolução progride em Coimbra com tecnologia informática

"Há já 10 anos que Ernesto Costa e o grupo de investigadores que lidera no Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra (CISUC) se destacam na computação evolucionária, área científica que procura a solução de problemas complexos nos princípios da natureza.
"A computação evolucionária procura adaptar os mecanismos e princípios encontrados na natureza e nos organismos biológicos à resolução de problemas de elevada complexidade, que escapam aos métodos ditos convencionais" explica ao PÚBLICO Ernesto Costa. "Analisamos essencialmente o comportamento dos animais sociais, como formigas ou aves; as espécies, e o modo como evoluem de acordo com a selecção natural darwiniana; e os sistemas biológicos, como o sistema imunitário humano" acrescenta. As áreas de aplicação da computação evolucionária "vão desde a electrónica ou a bioinformática, até problemas de transportes, logística ou escalonamento da produção". Mas, segundo o investigador, "outras aplicações menos convencionais como os estudos sociais, a arte por computador ou ainda os jogos podem também beneficiar deste conhecimento". (...)"
Etiquetas: CISUC, computação evolucionária, Darwin, tecnologias de informação, Teoria da Evolução, Universidade de Coimbra
2009-02-12
Divulgação: Exposição «A evolução de Darwin»

Na Fundação Calouste Gulbenkian
Galeria de Exposições Temporárias
13 Fevereiro a 24 Maio
Preço 4 €
Horário: terça a domingo, 10h-18h
“A Evolução de Darwin” é comissariada pelo biólogo José Feijó e integra elementos conceptuais inteiramente novos, desde o contexto histórico que Darwin herdou, até ao legado da evolução para a Biologia moderna. Recria com rigor histórico a fascinante vida de Charles Darwin, e os vários acontecimentos que marcaram a sua vida e que se reflectiram na sua formação e na sua obra, e integra elementos realizados pelo Museu Americano de História Natural de Nova Iorque.
A exposição integra uma réplica do barco Beagle (realizada pelo Museu de Marinha), no qual, em jovem, realizou a volta ao mundo, e que foi determinante para o germinar das suas ideias.
Esta viagem é ilustrada com réplicas dos animais e plantas que foi observando.
No jardim, exemplares vivos de plantas e de animais cedidos pelo Jardim Zoológico (iguanas, tartarugas, tatus), recriam a fauna e flora que Darwin encontrou nesta viagem, com as impressões registadas nas páginas dos seus diários.
Perante a inexistência de qualquer imagem de Darwin em jovem, foi encomendada uma reconstituição da sua fisionomia com a idade de cerca de 18 anos a uma das melhores especialistas mundiais em reconstituições antropomórficas. Essa imagem será uma das singularidades da mostra.
Os visitantes podem ver também imagens do seu escritório/laboratório, uma recriação do caminho que diariamente percorria a pé, na pequena localidade onde viveu praticamente toda a sua vida e onde foi consolidando a sua teoria, mais tarde corporizada na obra A Origem das Espécies. O impacto e o escândalo provocados pela publicação do livro estarão também documentados na mostra. Para além de ilustrar os contextos histórico-científicos de Darwin, a exposição estabelece uma ponte para o século XX com uma alusão às principais figuras que deram corpo à síntese neo-darwinista que hoje vigora como denominador comum da Biologia.
A referência à descoberta do DNA vai ser ilustrada por uma enorme escada, desenhada por um arquitecto britânico, da qual se sai por um escorrega de RNA que aterra numa zona onde os visitantes mais jovens serão convidados a escrever uma carta a Darwin, algumas das quais serão expostas semanalmente.
Um vídeo interactivo sobre a Árvore da Vida será apresentado em estreia mundial na abertura da exposição e um filme sobre Charles Darwin estará à disposição dos visitantes. Paralelamente à exposição haverá um ciclo de oito conferências com algumas das autoridades mundiais no âmbito de Darwin e do evolucionismo.
A exposição integra uma réplica do barco Beagle (realizada pelo Museu de Marinha), no qual, em jovem, realizou a volta ao mundo, e que foi determinante para o germinar das suas ideias.
Esta viagem é ilustrada com réplicas dos animais e plantas que foi observando.
No jardim, exemplares vivos de plantas e de animais cedidos pelo Jardim Zoológico (iguanas, tartarugas, tatus), recriam a fauna e flora que Darwin encontrou nesta viagem, com as impressões registadas nas páginas dos seus diários.
Perante a inexistência de qualquer imagem de Darwin em jovem, foi encomendada uma reconstituição da sua fisionomia com a idade de cerca de 18 anos a uma das melhores especialistas mundiais em reconstituições antropomórficas. Essa imagem será uma das singularidades da mostra.
Os visitantes podem ver também imagens do seu escritório/laboratório, uma recriação do caminho que diariamente percorria a pé, na pequena localidade onde viveu praticamente toda a sua vida e onde foi consolidando a sua teoria, mais tarde corporizada na obra A Origem das Espécies. O impacto e o escândalo provocados pela publicação do livro estarão também documentados na mostra. Para além de ilustrar os contextos histórico-científicos de Darwin, a exposição estabelece uma ponte para o século XX com uma alusão às principais figuras que deram corpo à síntese neo-darwinista que hoje vigora como denominador comum da Biologia.
A referência à descoberta do DNA vai ser ilustrada por uma enorme escada, desenhada por um arquitecto britânico, da qual se sai por um escorrega de RNA que aterra numa zona onde os visitantes mais jovens serão convidados a escrever uma carta a Darwin, algumas das quais serão expostas semanalmente.
Um vídeo interactivo sobre a Árvore da Vida será apresentado em estreia mundial na abertura da exposição e um filme sobre Charles Darwin estará à disposição dos visitantes. Paralelamente à exposição haverá um ciclo de oito conferências com algumas das autoridades mundiais no âmbito de Darwin e do evolucionismo.
Fonte: Fundação Gulbenkian
Etiquetas: Darwin, Fundação Calouste Gulbenkian