Inferno em Portugal.
Temperaturas superiores a 40 graus, ventos intensos
que mudaram constantemente de direcção, trovoadas secas, período longo
de seca, que reduziu muito o grau de humidade das matérias combustíveis e
extensas áreas florestais com falta de limpeza nas matas e sem asseiros corta-fogos e de protecção contribuíram
para a tragédia.
O país está de luto por três dias.
Imensas tragédias humanas a lamentar e muitas mais ainda a evitar.
Muito trabalho se avizinha e urge prevenir futuras situações
semelhantes, gerando corta-fogos amplos numa floresta planeada,
sustentável e, sempre que necessário, emparcelada.
A indústria
aeronáutica nacional e a de desenvolvimento e construção de drones
poderá ter um papel a desempenhar no futuro, respectivamente, no combate
e na vigilância dos fogos.

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