2006-09-01
Irão: os perigos das armas e a boa fé

Todos se preocupam com a possibilidade do Irão se tornar uma nova potência nuclear e de vir a possuir a capacidade inerente de fabricar armas com essa tecnologia.
O que muitos desconhecem é que o mesmo país já possui 13 centrais nucelares (em fase de desenvolvimento), além das seguintes instalações bélicas:
17 bases de mísseis;
4 fábricas de armas químicas;
1 fábrica de armas biológicas;
(Fonte da informação: quadro publicado na Focus Online (edição alemã; autor: Olaf Berger)
O poder de destruição das armas biológicas e químicas é bem conhecido.
No entanto, parece que a comunidade internacional não se precupa tanto com tais perigos... apesar da história já ter revelado algumas violações reais e potenciais do Protocolo de Genebra de 1925.
O Presidente do Irão convidou o Presidente dos E.U.A. para um debate, em directo, num canal de televisão, sobre o programa nuclear do seu país.
Será fácil imaginar os argumentos do Presidente iraniano: se os americanos podem dispôr da energia nuclear para fins civis e militares, o que legitima a sua pretensão de inibir os iranianos de utilizar essa fonte de energia para a produção de electricidade?...
Tais argumentos simples e algo populistas têm a vantagem de potenciarem bons resultados no confronto mediático...
Uma solução possível para o conflito poderia passar por um tratado internacional, no qual todos os países:
a) abdicassem das armas nucleares;
b) aceitassem o controlo de uma agência internacional sobre todas as fases do sistema de produção da energia nuclear;
A boa-fé tem de ser estimulada...
O que muitos desconhecem é que o mesmo país já possui 13 centrais nucelares (em fase de desenvolvimento), além das seguintes instalações bélicas:
17 bases de mísseis;
4 fábricas de armas químicas;
1 fábrica de armas biológicas;
(Fonte da informação: quadro publicado na Focus Online (edição alemã; autor: Olaf Berger)
O poder de destruição das armas biológicas e químicas é bem conhecido.
No entanto, parece que a comunidade internacional não se precupa tanto com tais perigos... apesar da história já ter revelado algumas violações reais e potenciais do Protocolo de Genebra de 1925.
O Presidente do Irão convidou o Presidente dos E.U.A. para um debate, em directo, num canal de televisão, sobre o programa nuclear do seu país.
Será fácil imaginar os argumentos do Presidente iraniano: se os americanos podem dispôr da energia nuclear para fins civis e militares, o que legitima a sua pretensão de inibir os iranianos de utilizar essa fonte de energia para a produção de electricidade?...
Tais argumentos simples e algo populistas têm a vantagem de potenciarem bons resultados no confronto mediático...
Uma solução possível para o conflito poderia passar por um tratado internacional, no qual todos os países:
a) abdicassem das armas nucleares;
b) aceitassem o controlo de uma agência internacional sobre todas as fases do sistema de produção da energia nuclear;
A boa-fé tem de ser estimulada...